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Pinto da Costa: largos dias têm 100 anos...

Texto por João Pedro Silveira
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Poucos presidentes - em Portugal será caso único - se podem orgulhar de ouvir o seu nome ser entoado a plenos pulmões, pelos adeptos do seu clube, jogo após jogo, nos diversos campos do país.  

A realidade é que Pinto da Costa é um caso raro de unanimismo dentro do seu clube, um caso único na história do futebol nacional. Amado pelos portistas, idolatrado pelas massas populares da «Cidade Invicta» afetas ao clube, o dirigente máximo do clube azul e branco está para o FC Porto como Eusébio estará para o Benfica e a sua liderança icónica e carismática transformou para sempre o seu clube e o equilíbrio desportivo em Portugal.
 
Fora da Invicta, em casa dos rivais, Pinto da Costa representa como que uma personificação diabólica de uma figura maquiavélica, odiada por muitos, temida por outros tantos, não haverá um adepto rival que lhe seja indiferente . 
 
Amado ou odiado, tem por certo o seu lugar marcado na história e será difícil encontrar um português que não tenha opinião formada sobre ele.
 
Filho da burguesia portuense
 
Jorge Nuno Pinto da Costa durante um ato eleitoral em meados dos anos 70
Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa nasceu no seio de uma tradicional família burguesa, na freguesia de Cedofeita, cidade do Porto, a 28 de dezembro de 1937.
 
Depois dos estudos primários e de aulas privadas em casa de inglês e de francês vai estudar para o famoso Colégio Jesuíta das Caldinhas, em Santo Tirso, onde nunca se deu bem com a dura disciplina dos clérigos, demonstrando desde cedo um génio e rebeldia difíceis de conciliar com a obediência acrítica.
 
Dececionado com a vida académica, acaba por não seguir o caminho do seu irmão, não continuando os estudos, abdicando da possibilidade de ingressar na universidade, para voltar ao Porto, onde inicia a vida profissional, ajudando nos negócios da família.
 
Ouvir Calabote pelo rádio
 
Anos antes, ainda na infância, descobrira o amor da sua vida, a paixão avassaladora pelo FC Porto. Guiado pelo seu tio, assistiu ao primeiro encontro dos azuis e brancos contra o SC Braga e mais tarde estaria entre os adeptos que se deslocaram a Torres Vedras para acompanhar o jogo da última ronda que podia dar o título aos portistas, numa tarde de sol, drama e muito suspense... 
 
Trata-se da famosa tarde em que enquanto o FC Porto vencia o Torreense por 0x3, na Luz, o Benfica vencia a CUF por 7x1, com a famosa arbitragem de Inocêncio Calabote, que ainda hoje provoca acaloradas discussões.
 
Entre a multidão, o jovem Jorge Nuno foi um dos muitos que sofriam, com os olhos no relvado e os ouvidos colados ao rádio. A situação atingiu picos de dramatismo durante os doze minutos que mediaram entre o fim da partida em Torres Vedras e o apito final em Lisboa, tendo sido este momento, na opinião do próprio, um dos mais marcantes na sua formação futebolística, no qual chorou de alegria pela vitória do seu clube.
 
De jogador a dirigente
 
Na sua juventude, como guarda-redes do Sporting Clube Coimbrões, um clube de Vila Nova de Gaia
Entretanto ainda jogou futebol no Infesta e foi guarda-redes de leão ao peito, no Sporting de Coimbrões, um clube de Vila Nova de Gaia, antes de se tornar dirigente do FC Porto pelas mãos de Cesário Bonito, como chefe da secção de hóquei em patins. Tinha então 35 anos.
 
Do hóquei patinado passou para o de campo e mais tarde para o pugilismo, onde se tornaria diretor durante o consulado de Afonso Pinto de Magalhães. Foi nessa altura que conheceu Reinaldo Teles, futuro companheiro de luta e que era então um dos pugilistas do clube.
 
Ao futebol chegaria por indicação de Américo de Sá, em 1976, para chefiar o departamento de futebol, num período difícil em que o clube não festejava nenhum campeonato desde a famosa tarde de Torres Vedras em 1959. 
 
«Largos dias têm cem anos...»
 
Ao lado de Américo de Sá e com Pedroto como seu treinador lançou-se à conquista do Campeonato, há tantos anos longe das Antas, festejado em 1977/78.
 
Seguiu-se o bicampeonato e o tri acabaria por escapar perto do final da época para os leões, provocando o estalar do verniz entre Américo de Sá e Pinto da Costa, que se vê afastado do clube com a denúncia pública do seu estilo truculento e a desproporção dos seus ataques a Lisboa, na opinião de Américo de Sá.
 
As palavras do Presidente caem mal na nação portista e Pedroto e demais equipa técnica saem do clube em solidariedade com Pinto da Costa, enquanto 14 jogadores entram em greve, recusando-se a apresentar-se nas instalações do clube, treinando-se na praia, sozinhos.
 
Na cidade corriam rumores de que seria Pinto da Costa que estava por detrás dos revoltosos mas todos os envolvidos no caso o ilibaram, acabando por se saber que eram os jogadores que custeavam os treinos. 
 
Jorge Nuno Pinto da Costa (esq.) e José Maria Pedroto (dir.): os dois obreiros do FC Porto que dominou o panorama desportivo nacional a partir do final dos anos 80
Eram os dias do «Verão Quente» na invicta, onde as emoções vividas na zona das Antas, e um pouco por toda a cidade, elevaram a temperatura a valores bem mais altos do que as habituais provocadas pela canícula dos meses de verão.
 
A «Guerra Civil azul e branca» acalmaria em Agosto de 1980. Oliveira saía do clube, Gomes era vendido, Octávio voltava para a sua Palmela. Sem os principais líderes do balneário a cabeça da rebelião estava cortada, Américo de Sá reforçava o seu poder, mas a verdade é que a sua era tinha os dias contados...
 
Senhor Presidente
 
FC Porto de Stessl - o treinador que veio substituir Pedroto - passou à história ganhando apenas uma Supertaça, e em 1982 Pinto da Costa voltava ao clube pela porta grande, recebido como herói e tornando-se no 33.º presidente do clube, após vencer as eleições.
 
Com um já debilitado «Zé do Boné» no banco, Jorge Nuno Pinto da Costa inicia uma revolução no clube e por arrasto no futebol (e desporto) nacional, lançando as bases de um FC Porto de dimensão europeia.
 
O primeiro grande troféu ganho durante a sua presidência seria simbolicamente conquistado pela secção de hóquei em patins que venceu a Taça das Taças, mas seria no futebol que o FC Porto se tornaria num clube reconhecido mundialmente. 
 
À conquista da Europa: de Basileia a Viena
 
Em 1984, com Pedroto já muito doente e incapaz de acompanhar a equipa, o FC Porto perde a final da Taça das Taças, mas a máquina de sucesso do clube estava lançada. No princípio do ano seguinte, José Maria Pedroto perde a sua batalha com o cancro, provocando enorme comoção na nação portista e em Jorge Nuno Pinto da Costa, profundamente comovido por perder o amigo, e companheiro de luta.
 
Com Artur Jorge (dir.) segurando a Taça dos Campeões Europeus, conquistada com uma brilhante vitória por 2x1 sobre o Bayern München
Mas o FC Porto de Pinto da Costa, à imagem de Pedroto, sabia fazer da fraqueza a sua força e recuperou para ser campeão no final dessa época, depois de, numa jogada de mestre, Jorge Nuno contratar o jovem Paulo Futre ao Sporting.
 
Com Futre, Gomes, João Pinto e Madjer o FC Porto conquistou o bicampeonato e abriu as portas da Taça dos Campeões de 1986/87, que terminaria com a vitória em Viena, na noite do mágico calcanhar de Madjer.
 
Seguiram-se a Supertaça europeia e a Taça Intercontinental e em Lisboa os rivais assistiam como que paralisados à ascensão do rival nortenho. O FC Porto desbrava o caminho, assumindo-se como uma força emergente do futebol do continente.
 
Em Portugal os azuis e brancos, que entretanto passaram a ser conhecidos como dragões, tomaram de assalto o poder e deixaram o Benfica e o Sporting quase restringidos ao papel de meros observadores das glórias portistas.
 
Entre 1995 e 1999 o clube conquistou o «pentacampeonato», ultrapassando o tetra dos famosos «Cinco Violinos» do Sporting, feito que nem o grande Benfica de Eusébio havia conseguido.
 
Um Porto de honra
 
Na viragem do milénio dois títulos do Sporting e um do Boavista pelo meio marcaram a pior fase do seu reinado à frente do clube das Antas.
 
José Mourinho iniciou no FC Porto e com Pinto da Costa o caminho da glória que o transformou no mais aclamado treinador mundial
Mas seria ainda no ano do último título leonino que Pinto da Costa, em mais um golpe de visão, contratou José Mourinho, que fora demitido do Benfica e recusado pelos sportinguistas, treinando então a União de Leiria e iniciando mais uma era dourada dos dragões.
 
Enquanto o clube ia contruindo o novo Estádio do Dragão, Mourinho formava uma equipa em volta de Deco, Ricardo Carvalho, Jorge Costa e Vítor Baía, conquistando o campeonato de forma imperial, além da Taça de Portugal e regressando aos sucessos na Europa, vencendo a Taça UEFA.
 
Um ano depois, além de novo campeonato, aquele que viria a ser o Special One, liderou os dragões à conquista da Liga dos Campeões, com um claro 3x0 sobre o Mónaco na final.
 
Apito Dourado
 
Apesar da glória na liga das estrelas, as nuvens negras aproximavam-se sob a forma do «apito dourado», um megaprocesso de investigação sobre a corrupção de árbitros e dirigentes do futebol nacional.
 
Depois de ter sido constituído arguido Jorge Nuno Pinto da Costa viria a ser indiciado pelo crime de corrupção desportiva. Acossado por uma forte campanha que envolveu um livro, da autoria da sua ex-companheira Carolina Salgado, e um filme, que alimentaram discussões e debates e que dividiram a opinião pública do país, Jorge Nuno Pinto da Costa pugnou desde cedo pela sua inocência e do seu FC Porto.
 
No decorrer dos trâmites, e com o processo em andamento que conduziria ao julgamento, o FC Porto viu-lhe ser retirados seis pontos na secretaria, mantendo o título de campeão, e Pinto da Costa foi suspenso por dois anos.
 
Durante o verão de 2008 a UEFA, após queixa apresentada pelo Vitória de Guimarães e pelo Benfica, excluía provisoriamente o clube das competições europeias. Mas o FC Porto contestou e pouco tempo depois voltava ser readmitido na Liga dos Campeões, iniciando a viragem da maré para o clube, que veria mais tarde o seu Presidente ser ilibado das acusações no caso «apito dourado» e recuperaria os pontos perdidos na secretaria.
 
Mais vitórias
 
Resolvidos os problemas na barra do tribunal, Pinto da Costa, que nunca perdera o norte, liderou o clube à conquista do «tetra», entre 2005 e 2009.
 
Depois de voltar a ficar em terceiro lugar pela segunda vez no seu mandato, no campeonato de 2009/10, foi buscar André Villas-Boas para liderar o barco portista, em mais uma jogada que se revelou brilhante.
 
Com Villas-Boas, em Manchester, num jogo da Liga Europa (2012) @Catarina Morais
Mais uma época de domínio avassalador, com o FC Porto a acabar a Liga pela primeira vez sem sofrer nenhuma derrota, conquistando o seu 25.º campeonato, além da Taça de Portugal e da Supertaça e coroando tudo isso com o triunfo na Liga Europa, o sétimo troféu internacional do clube.
 
Campeonato atrás de campeonato o FC Porto de Pinto da Costa tornou-se uma máquina conquistadora de troféus, conseguindo resultados nunca antes atingidos por outro clube em qualquer outra era, ao ponto de nenhum dirigente no Mundo ter alcançado mais títulos do que ele.
 
Hegemonia a fugir
 
Os anos mais recentes foram menos fulgurantes por parte do FC Porto. Vítor Pereira acrescentou mais dois títulos nacionais ao clube, completando o tri, só que a isso seguiu-se uma fase em que o Benfica se reergueu.
 
Jorge Jesus levou as águias ao título em 2014 e 2015, os portistas investiram fortemente no plantel (Iker Casillas foi o exemplo mais mediático), só que Rui Vitória continuaria a consolidar as conquistas encarnadas, num período de seca que foi recorde na era de Pinto da Costa.
 
O jejum terminou com a conquista do campeonato nacional em 2017/18, sob o leme de Sérgio Conceição, antigo futebolista dos azuis e brancos. Foi a 21ª vez que os dragões se sagraram campeões na era do icónico presidente. 
 
O Benfica ganhou o campeonato seguinte, mas o FC Porto voltou às conquistas em 2020, e logo com Liga, Taça e Supertaça, novamente com Sérgio Conceição à frente da equipa. Sobre o treinador, Pinto da Costa não deixou dúvidas: «Só sai quando eu morrer».
 
Nesse mesmo ano foi reeleito como presidente dos dragões, com 68,65 por cento dos votos dos sócios que, segundo o próprio, deram «um exemplo de vitalidade, respeito e interesse pela vida do FC Porto». Falharia o título em 2021, mas no ano seguinte, o 40º à frente do clube, Pinto da Costa viu o seu clube caminhar a passos largos para mais uma temporada à Porto.
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Comentários (69)
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motivo:
Parabens
2023-12-28 10h49m por petitor
Parabéns presidente
Sugestão
2022-04-17 13h39m por OJ_Silva
Podem googlar: "Inédito! O dia em que o Sporting se uniu ao Benfica contra o Porto"
Final da taça de 79/80
Mete os olhos
2022-04-17 13h21m por cozinhadecampo
Mete os olhos varandas és um mero boneco ao lado deste grande senhor. Não te preocupes até eu varandas tenho mais títulos que tu e sou muito mais novo nem quero fazer contas quando tiver quarenta anos.
Wow
2022-04-17 10h59m por valtertomocene
Melhor presidente de todos os tempos! Os títulos e conquistas falam por si mesmo. Brutal
Parabéns
2020-12-28 17h14m por Menteportista
ao maior presidente de todos os tempos do desporto português, porque não foi só no futebol que Jorge Nuno Pinto da Costa venceu!

Claro que os derrotados, ressabiados, aziados e frustrados desta vida têm que vir aqui destilar ódio, sentir inveja que mais não é que uma admiração escondida e recalcitrada, já que a mediocridade sempre se negou a reconhecer a competência. Mas esses, coitados terão na história dqa humanidade a ignorância própria de quem nada fez de valor.
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doença
2020-12-28 14h43m por marionuncio
o maior cancro do futebol portugués, com a sua cultura de ódio o descredibiliza.
Pinto da Costa
2020-12-28 14h14m por trinta_cm
Feliz aniversário, grande lider.
Icónico só na corrupção
2020-12-28 13h55m por FutebolMaravilha1
É triste ver como os media acham que são "imparciais" só por tentarem esconder a realidade suja sobre certas pessoas. A única obra icónica deste homem foi a forma como corrompeu todo o desporto nacional ao longo de mais de 30 anos, quer seja no futebol, hoquei, etc. Não achem que estão a ser muito imparciais e a fazer algum favor ao desporto ao tentarem passar ao lado disso, ele e os seus compinchas não deixam de ser criminosos por vocês fazerem isso.
E é tão engraçado ver comentá...ler comentário completo »
icónico, a sério ZZ?
2020-12-28 13h52m por FutebolMaravilha1
é só triste quando os media acham que estão a ser "imparciais" ao tentar de forma triste apagar e esconder o passado e presente negro de alguém só pela sua "reputação". A única coisa icónica acerca deste individuo é a forma como ao longo de mais de trinta anos conseguiu corromper por completo o desporto nacional. É que nem é só no futebol, é no hoquei também, etc etc. Tenham um bocado de vergonha na cara e princípios antes de falarem de um criminoso como se fosse alguém "importante". Ao fa...ler comentário completo »
CA
Comparações Tristes
2020-04-17 12h04m por carlos_silva94
Sucessivas comparações com Eusébio sem sentido nenhum. . .
37 anos
2019-04-18 09h23m por Tarik_10
A distribuir melao. Basta ver os comentarios abaixo de quem os consumiu.
>>>
2019-04-17 16h05m por xithombo
O exemplo claro de amor e ódio. Amado por muitos e odiado por outros tantos.
DragonK
2019-04-17 12h56m por cabraZZcega
E que seja sempre odiado por eles. A dor de coto deles, para nós, será sempre bom sinal. 😭
Pinto da Costa
2019-04-17 11h04m por DragonKing
Ao ler os comentários, dá para ver, perfeitamente, o porquê deste SENHOR ser o maior presidente da história do desporto. . . cria ódio e paixão, não é indiferente.
O presidente mais laureado da história. . .
#PintoDaCostaOlé
Pinto da Costa
2019-04-17 11h00m por DragonKing
Sem dúvida que é amado por uns e odiado por outros, se assim não fosse, algo estava mal para a NOSSA família portista.
Unanimemente reconhecido como o melhor presidente de sempre. . . a nível mundial.
O presidente mais laureado da história do desporto.
Keizer
2019-03-02 01h14m por Blue_Bitter
ggg
bababa123
2019-03-02 01h14m por Blue_Bitter
. . .
bababa123
2019-03-02 01h13m por Blue_Bitter
O Pinto da Costa foi só considerado o melhor drigente desportivo do mundo por mais do que uma ocasião! Recebeu esse prémio nos Emirados Árabes Unidos e não um prémio forjado no benfiquistão e entregue ao teu Pablo Escobar/Al Capone/Cadastrado/Ladrão de Camiões que tanto vocês veneram, numa casa do Benfica! Isto só leva a concluir que todas essas acusações só são uma narrativa neste país centralista! Em países asério não é essa análise que fazem! Não precisamos de lucrar com os impostos do país ...ler comentário completo »
BA
pinto da costa
2015-12-06 19h44m por bababa123
Todo esse texto se pode resumir a uma palavra: fruta. Estar para aqui a dizer que esta criatura só fez bem ao desporto nacional é o mesmo que dizer que o Hitler só fez bem à humanidade, ultrapassa o ridículo. Os tripeiros vão ser sempre cegos ao ponto de o idolatrar porque antes dele o porto era nada, ZERO. Mas quem sabe dos FACTOS, sabe também as únicas razões pelas quais ele conquistou alguma coisa e foi tudo menos qualidade, honestidade ou transparência. Ele simboliza sim o que de mai...ler comentário completo »
JO
Melhor presidente?!?
2015-05-03 22h37m por joaolrcosta
Sim claro!!! Quando rouba. . .
Grande Presidente!
2015-03-20 11h10m por JMMoniz
Foi até hoje e espero que continue por muitos anos, o Presidente que mais títulos conquistou ao serviço do seu Clube. Ficará para sempre gravado na nossa memória, todas as conquistas alcançadas pelo FC Porto, sendo Pinto da Costa, um homem com H grande e um. . . Grande Presidente!
OL
pinto da costa
2014-11-01 09h25m por olourosa99
sem duvida o melhor presidente de todos os tempos
FC
Grande Presidente
2014-08-14 03h40m por FCVP
Melhor presidente de todos os tempos! Os títulos e conquistas falam por si mesmo.
HA
Pinto da Costa
2013-09-16 09h52m por Halibut
Para sempre o melhor Presidente do Mundo, viva muitos mais anos a liderar o meu FC Porto, merece uma estátua este Senhor.
O ETERNO PRESIDENTE!
2013-07-30 22h03m por c_11
Nao ha palavras para descever a obra o Jorge Nuno Pinto da Costa. . . Com PC o F. C. Porto passou de um clube citadino para as fronteiras internacionais. . . esta para nascer lider maior que este.

ALLEZ PORTO!
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