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história
Jogadores

Cristiano Ronaldo: o «puto maravilha»

2013/02/05 12:34
Texto por José Bragança
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Já ouviu falar em vidas que davam um filme? Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, nasceu na ilha da Madeira a 5 de fevereiro de 1985. Sem precisar de grandes apresentações, o zerozero.pt convida-o a entrar no filme de vida de um dos maiores jogadores do Mundo.

Ronaldo e uma carreira à sua maneira

Ama o futebol como se ama um amor. Vive o mundo da bola como o tem para viver, sente o que tem para sentir.... e joga. Joga tanto e tão bem e que há até quem o já tenha no patamar de lenda. Ronaldo sabe – como sempre soube - que isto do futebol, como tudo, podia ser passageiro. E, por isso, faz – como sempre fez - questão de o tornar eterno aos nossos olhos.

O 'puto maravilha', filho de um roupeiro e de uma cozinheira, nasceu com o dom que só os grandes têm: força mental, rapidez e classe para ter uma bola nos pés. Cristiano mostrou seu talento com a bola desde cedo na equipa do Andorinhas, onde jogou dos 6 aos 9 anos. Em 1995, passou para o Nacional e a sua categoria não passou despercebida aos caça talentos do Sporting. Foi, pois, contratado para os escalões de formação de Alvalade e tinha o mundo para conquistar... sempre à sua maneira.

Não é em vão – anos mais tarde (já lá vamos) - que Ronaldo foi apresentado no Real Madrid ao som dos portugueses Xutos e Pontapés e a música: À minha maneira.

Com Ronaldo é mesmo assim: E as forças que me empurram. E os murros que me esmurram. Só é para lutar, À minha maneira (à minha maneira). À minha maneira!

Tal como as grandes lendas do futebol e da historia mundial, Ronaldo não reúne todas as preferências. Lá diz o velho ditado português: «Nem Deus agradou a todos». Desta forma, as críticas pouco importam. Ronaldo segue a vida dentro e fora dos relvados e faz golos decisivos na mesma proporção em que encanta miúdos e graúdos.... sempre à sua maneira.

A chegada ao Teatro dos Sonhos

O filme deste ainda jovem prodígio vem sendo feito de saltos. O primeiro aconteceu quando deixou a ilha da Madeira para jogar num dos maiores clubes de PortugalSporting. Com o leão ao peito encantou tudo e todos. O outro, esse, deu-se em 2003. Com apenas 18 anos, Sir Alex Ferguson (um dos mais renomados treinadores do futebol mundial) viu talento, categoria e classe naquele menino ainda com algumas borbulhas na cara mas com um sangue tão lusitano. Não hesitou em leva-lo para Old Trafford e a casa dos red devils foi mesmo o Teatro dos Sonhos para os adeptos da bola.

Chegado a Manchester, Ronaldo, tímido mas cheio de sonhos, pediu a camisola número «28» - número que usava no Sporting. Sir Alex Ferguson entregou-lhe, porventura, a mais emblemática camisola daquela casa: 7. Sim, o 7 que fora de David Beckham, Eric Cantona, Bryan Robson e... George Best. Ronaldo não sentiu o peso e puxou para si os focos da atenção. As terras de Sua Majestade, para muitos fria e cinzenta, encheram-se de cor a cada golo, a cada festejo e a cada recorde que Cristiano Ronaldo ia superando.

No lado vermelho de Manchester, Ronaldo ganhou, desde logo, a alcunha de CR7 mas ele queria mais (sempre mais). A sua missão sempre foi clara: nunca virar a cara ao sonhos e à ambição. Foi assim, sempre assim, que foi tentando tocar onde o sol mais brilha. Mas o palco de Manchester ficou pequeno para tamanho talento. Abriram-se, pois, as portas do Real Madrid. O esplendor do Santiago Bernabéu queria a classe do lusitano Ronaldo. Ele foi em busca de tocar (outra vez) a glória.

O novo inquilino da casa branca

Após a sua transferência em 2009 do Manchester United para o Real Madrid, num acordo no valor de 94 milhões de euros, tornou-se no jogador mais caro alguma vez transferido no planeta da bola.

As fintas, as jogadas magistrais, as arrancadas, os livres... fizeram (e ainda fazem) dele um ídolo no planeta futebol. Dia após dia, fazem-se cânticos, estamparam-se camisolas, criam-se mais e mais páginas de apoio pela Internet. Ronaldo cresce a cada dia e é, por hoje, o mais renomado inquilino da casa branca.

Leva mais de 10 anos ao mais alto nível e o bilhete de identidade ainda mostra um rapaz tão novo e com tantos mais objetivos para conquistar. Ronaldo é assim, sempre foi e, talvez, sempre será. Odiado por uns, amado e idolatrado por tantos outros, para Ronaldo ganhar é a palavra certa.

Há quem diga que «teve o azar de nascer na mesma época de Messi». Ronaldo ouve, sorri, mas não baixa os braços, procurando todos os dias fazer questão de lutar por mostrar quem ele é, de que fibra é feito e que merece estar no topo.

A nós - que o vemos escrever páginas e páginas de história, seja nos clubes por onde tem passado ou na seleção – resta-nos admirar a paixão e entrega pelo jogo de um jogador que – semana a semana, ano após ano, mantém firme lá no alto o seu nome e a bandeira de um país chamado Portugal.

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