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      Conheça a história do gigante catalão

      Um colosso à procura de fazer jus ao seu nome

      2019/04/23 17:00
      Texto por Redação *
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      *com Mário Rui Mateus

      Eis a semana mais importante da época no que toca ao futsal europeu. Almaty vai receber a final four da primeira edição da UEFA Futsal Champions League, fiel sucessora da UEFA Futsal Cup, de 26 a 28 de abril e o zerozero tem preparada uma mega operação de acompanhamento a esta fase final concentrada.

      O colosso e eclético FC Barcelona abriu, oficialmente, a sua secção de futsal em 1978. Após alguma intermitência, o clube demorou alguns anos até chegar ao topo da modalidade. Apesar da forte concorrência, principalmente a nível interno, os catalães são uma das potências do futsal mundial.

      Grande início e rápido fim

      O futsal começou a percorrer as quadras do FC Barcelona em 1976, com antigos futebolistas a darem o mote em jogos amigáveis ou em eventos de solidariedade. Num desses torneios, os blaugrana chagaram mesmo a conquistar o Troféu de Natal. Esta ‘moda’ pegou na Catalunha e em setembro de 1978, José Luis Núñez, Presidente do FC Barcelona, abriu oficialmente a secção de futsal.

      Os culés formaram uma equipa e integraram a III Divisão catalã. A ascensão foi rápida e, depois de conquistar a III Divisão (1978/79), o Barça venceu a II Divisão (1979/80) e chegou ao topo do futsal catalão. Na I Divisão, duas épocas, dois títulos. Contudo, a Direção do clube decidiu dissolver a secção de futsal, em 1982/83.

      Regresso (muito) intermitente

      Em 1986, o FC Barcelona decidiu reativar a sua secção de futsal, com o intuito de participar em alguns torneios a nível nacional. Num deles, a Copa del Rey, após ter chegado à final em 1987/88, o FC Barcelona arrecadou o troféu na época seguinte (1988/89). A nível internacional, os catalães conquistaram a Taça das Taças 1989/90, frente aos italianos do AC Roma (3x1).

      ©LNFS
      Em 1989, a Federação Espanhola de Futebol e a Associação de Futsal Espanhol uniram as suas provas e criaram a Liga Nacional de Futsal, composta por 48 equipas, entre as quais o FC Barcelona. Após algumas presenças nas grandes decisões (duas vezes terceiro), o Barça teve problemas orçamentais e foi obrigado a apostar numa equipa de canteranos. Esta decisão tirou força aos azulgraná, que desceram à II Divisão, em 1997/98.

      A saúde financeira continuou a não ser a melhor e o FC Barcelona alternou entre a I e a II Divisão. Em 1999/00 os blaugrana subiram, mas desceram em 2002/03, para voltarem a subir, com a conquista da II Divisão 2004/05, sob a mão de… Marc Carmona. Pelo meio, uma Taça da Catalunha arrecadada, em 1999/00.

      Profissionalização e era Carmona

      Após subir à I Divisão, o Presidente Joan Laporta decidiu investir na secção de futsal. A equipa foi profissionalizada (graças a patrocinadores) e Marc Carmona manteve-se como treinador de um elenco que passou a contar com Javi Rodríguez, estrela da Seleção espanhola contratada ao Playas de Castellón. Demorou um ano até os culés estarem envolvidos na luta pelo título, 11 anos depois.

      ©UEFA
      A evolução foi notória e, já com nomes como Paco Sedano, Ari Santos, Jordi Torrás, Lin, Wilde, Saad Assis ou Fernandão, chegou a glória. O FC Barcelona destronou Inter Movistar, ElPozo Murcia e sagrou-se tricampeão espanhol (2010/11, 2011/12 e 2012/13). Além disso, durante este período, também conquistou três Taças de Espanha, três Copas del Rey (mais uma em 2013/14) e uma Supertaça espanhola.

      Depois do sucesso interno, veio a glória europeia. O FC Barcelona superiorizou-se duas vezes perante o Dínamo Moscovo (2011/12 e 2013/14) e arrecadou duas UEFA Futsal Cup. A nível regional, os blaugrana são os recordistas na Taça da Catalunha, com um total de 10 troféus.

      Pós-Carmona e ascensão do rival

      Após este curto período de domínio, o FC Barcelona viu o Inter Movistar construir uma hegemonia interna (e externa). Apesar de contar com alguns craques, como Ferrão, Sergio Lozano, Batería, Dyego, Jesús Aicardo, Léo Santana ou Esquerdinha, a formação de Riardinho e companhia superiorizar-se.

      Após a época 2015/16, Marc Carmona deu por terminada a sua era no gigante catalão e entregou o testemunho a Andreu Plaza, que comandava a equipa B. O legado é pesado e a concorrência cada vez mais forte, contudo o ‘novo’ timoneiro já conquistou alguns troféus: Uma Copa del Rey e uma Taça de Espanha.



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