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      Amesterdão

      Texto por João Pedro Silveira
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      Amesterdão é a capital do Reino dos Países Baixos. Com aproximadamente 800 mil habitantes, é também a maior cidade do país, além de ser o seu centro financeiro e cultural. Coloquialmente conhecida como a «Veneza do Norte», muito por culpa - ou mérito - da sua intricada rede de canais que cruzam a cidade em todas as direções, com mais de 1500 pontes, é com justiça que os visitantes comparam Amesterdão à «Rainha do Adriático».

      Passear por Amesterdão é mergulhar nessa rede de pequenos canais, atravessados por pequenos barcos, que lhe emprestam charme e um toque pitoresco. Com um sem fim de pequenas ruelas, pequenas pontes com uma atmosférica romântica e uma bicicleta a passar por perto, Amesterdão é como um postal ilustrado.

      Há sempre algo para todos os gostos na capital holandesa, seja história, cultura, festa ou o charme de uma velha cidade europeia, tudo pode ser encontrado nesta fabulosa cidade, onde a história encontra a modernidade e o hedonismo e a cultura caminham de braço dado.

      Um pouco de história...

      No fim do primeiro milénio da era cristã a Europa atravessava um novo período de crescimento populacional. Milhares de pessoas procuravam novas terras para habitar, cultivar os campos, criar raízes... A ocidente, os progressos tecnológicos permitiam novas culturas e a drenagem de pântanos, o assoreamento de cursos de água, possibilitando que cada vez mais solo virgem fosse conquistado à natureza. 

      No que são hoje em dia os Países Baixos essa chegada de novos colonos provocava um aumento da densidade populacional, enquanto ao mesmo tempo, o nível das águas nos mares e nos rios também crescia. Combinados, esses dois fatores provocavam a falta de terreno arável e de espaço para habitação, tornando-se essa situação num problema premente para os habitantes da região.
       
      Preocupados com as inundações e movidos pelo objetivo de resgatar a terra que então se encontrava submersa, alguns monges começaram a planear uma forma de, porção de terra a porção de terra, recuperar terra aos rios, drenando os pântanos e conquistando terreno até ao próprio mar, através da construção de diques, represas e pequenas pontes muradas. 
       
      A Casa Museu Anne Frank e a torre da Westerkerk, locais de visita obrigatória em Jordaan.
      No Norte da Holanda, essas parcelas de terreno resgatadas às águas rapidamente ganharam dimensão considerável, tornando-se as eleitas pelos colonos para a formação de novos assentamentos populacionais, com espaço suficiente para a pastorícia e a agricultura.
       
      De entre os diversos novos povoamentos que surgiram, Amesterdão, uma pequena comunidade piscatória, nas margens do lago Het Ij - hoje um rio -, junto ao rio Amstel, rapidamente ganhou importância. Um dique - dam na língua local - edificado sobre as águas do Amstel, tornava possível o assoreamento do leito do rio. Nascia Amesterdão, que era pela primeira vez referido num documento de 1204, como o nome de Aemstelledamme.
       
      A pequena localidade foi crescendo até se tornar num dos grandes centros económicos da Europa no século XVII. A Holanda era por esses dias uma das maiores potências globais, com um Império com possessões nas Américas, África e Ásia. Comerciantes das Companhias das Índias Ocidentais e Orientais, regressavam a casa e investiam o que ganhavam em novas edificações e propriedades
       
      A trilha da tolerância: o Bairro Judaico
       
      Amesterdão reflete essa grandeza desse período histórico e a riqueza de um povo que soube chamar a si o centro da economia mundial. A fortuna atraiu muita gente, mas a tolerância religiosa atraiu outros tantos, em particular os judeus perseguidos em Espanha e Portugal. A comunidade sefardita ganhou raízes na cidade.
       
      Nesta parte da cidade, conhecida como o Bairro Judaico, os emigrantes provenientes da Península Ibérica encontraram a sua nova casa, aproveitando a tolerância religiosa em relação aos judeus - mas não extensível aos católicos - que reinava na então capital da República das Províncias Unidas. 
       
      A Esnoga, a Sinagoga Portuguesa de Amesterdão, refugio da comunidade sefardita que escapava à inquisição na Península Ibérica no século XVI.
      A Esnoga, a Sinagoga Portuguesa, situada na Meester Visserplein, apenas a um pulo do centro histórico, é ainda um local de visita obrigatória na cidade. Em frente pode encontrar o Museu da História Judaica de Amesterdão [Joods Historisch Museum], onde se pode descobrir a história turbulenta de uma comunidade que quase foi dizimada durante o holocausto.
       
      Seguindo a trilha da intolerância religiosa, é obrigatório atravessar o centro em direção à Raadhuisstraat, para no número 265 da Prinsenegracht encontrar a Anne Frank Huis, a casa de Anne Frank. Aberta desde de 3 de maio de 1960 ao público, a Casa-Museu recebe todos os anos mais de um milhão de visitas, apaixonadas por descobrir o local onde viveu a autora do mais famoso diário do século XX.
       
      Jordaan
       
      Brasão de armas com o escudo da cidade, onde se destacam as três cruzes de Santo André, que fazem lembrar três X maiúsculos. Uma lenda aponta que os três sautores representam as três ameaças históricas da cidade: os fogos, as cheias e as pestes.
      Do outro lado do Prinsengracht, estende-se Jordaan, uma área da cidade que cresceu à mesma altura que se formava a Gracthengordel, a rede circular de canais. Nos primeiros anos do século XVII, foram-se instalando na zona as pequenas indústrias que as autoridades não queriam no centro da cidade. A sua rede de ruas estreitas e pequenos canais, foi crescendo o curso natural de pequenos caminhos pre-existentes, assim como os baldios que surgiam no lugar de antigos ribeiros que entretanto tinham sido drenados. 
       
      Historicamente uma das zonas mais pobres da cidade, Jordaan vem sofrendo uma constante transformação que a transformou numa das zonas mais boémias da cidade, com os seus bares, café, esplanadas e animada vida noturna, mas também as suas lojas de design e moda alternativa.
       
      Imigrantes fugidos às perseguições religiosas noutros países europeus também se instalaram por aqui. Diz-se que foram os Huguenotes - refugiados protestantes, provenientes de França - que por culpa da vegetação da zona, chamaram ao bairro «Jardin» [francês para jardim], que com o tempo se transformou em «Jordaan».

      Com as suas árvores alinhadas, a Egelantiersgracht e a Bloemgratch são a alma e o coração do bairro, onde a tranquilidade convida a saborear com tempo cada nova descoberta, como a Westerkerk, a igreja com a sua icónica torre de 85 metros, que se levanta bem acima do bairro. 

      O centro

      A dimensão da cidade convida ao passeio a pé. A Amesterdão que a maioria dos visitantes conhece é o Centro da Cidade, o semicírculo com os canais que em grande medida corresponde à cidade que existia por volta de 1850. Seis dos maiores canais atravessam o velho centro: Singel, Herengracht, Keizersgracht, Prinsengracht, Lijnbaansgracht e o Singelgracht, que em conjunto formam o coração da Gracthengordel.

      Vista aérea de Amesterdão, onde são perceptíveis os canais que ajudam a formar o Gracthengordel.
      A maioria dos visitantes chega a Amesterdão pela Central Station, o vértice da cidade, e caminha para sul pelas ruas Damrak e Rokin. Na Idade Média, ambas as artérias correspondiam ao fim do trajeto do Rio Amstel. As duas ruas, acabavam por cortar a cidade em dois: A leste do eixo Damrak-Rokin ficava a Oudezijde - o lado velho - com o seu núcleo a remontar ao século XIII. A ocidente do eixo Damrak-Rokin nasceria mais tarde o Nieuwezijde, construído no fim da Idade Média, pouco antes de Amesterdão e os Países Baixos entrarem na sua época dourada.

      Nos nossos dias, Damrak e Rokin são a cola que une os dois lados da cidade, e quem as atravessa, distraído com as construções e o bulício das gentes, por certo nem reparará  que estão a caminhar por cima do que já foi em tempos um rio.

      Nassaukade, Stadhouderskade e Mauritskade «cercam» o centro e ajudam a complementar o semicírculo. Foram construídas exatamente por cima das antigas muralhas e fossos que protegiam o centro da cidade. Se se colocar numa dessas ruas, de costas voltadas para o centro, poderá observar o resto da cidade, com a exata noção que antes de 1870 todo esse imenso espaço não estava ocupado e só foi construído desde então...

      The "Amsterdam" that most visitors experience is the city centre, the semi-circle with Central Station at its apex. It corresponds to the city as it was around 1850. Six major concentric canals ring the Old Centre; the Singel, the Herengracht, the Keizersgracht, the Prinsengracht, the Lijnbaansgracht, and the Singelgracht, together forming the Canal Ring. Other districts inside the city centre are the Jordaan, a former working-class area gone upmarket, and Plantage, a leafy and spacious area known for its zoo and botanical gardens. The roads Nassaukade, Stadhouderskade, and Mauritskade surround the centre and mark the location of the former city moat and fortifications. Almost everything outside this line was built after 1870.
      The semi-circle is on the south side of the IJ, originally the estuary of the Amstel to the Zuiderzee (South sea), nowadays canalised. Going east from Central Station, the railway passes the artificial islands of the redeveloped Eastern Docklands. North of the IJ is mainly housing, although a major dockland redevelopment has started there too.
      The river Amstel flows into the city from the south. Originally, it flowed along the line Rokin-Damrak. The dam in the Amstel, which gives the city its name, was located under the present Bijenkorf department store. The original settlement was on the right bank of the Amstel, on the present Warmoesstraat: it is therefore the oldest street in the city. The city has expanded in all directions, except to the northeast of the ring motorway. That area is a protected rural landscape of open fields and small villages that could be considered a part of the Waterland region.
      À volta do Ij
       
      O semicírculo fica localizado no lado sul do Ij, o antigo lago que ligava o Amstel ao Zuiderzee [Mar do Sul] aquando da fundação da cidade, e que hoje se encontra "escondido" e corre para o mar por entre canos de escoamento. A norte do Ij encontram-se zonas de forte densidade populacional, assim como docas que têm sofrido forte investimento e consequente recuperação nos últimos anos. 
       
      O Rio Amstel corre para a cidade vindo de sul. Originalmente, seguia a linha das atuais ruas Rokin e Damrak, e seria um pouco mais à frente, onde atualmente se encontra o Shopping Center de Bijenkorf, que nasceu a represa de água, ou dique, que deu nome à cidade. Continuando o antigo curso do rio chegamos à Warmoesstraat, que é a mais antiga rua de Amesterdão. 
       
      Toda esta zona é famosa pelas suas lojas e é atravessada diariamente por milhares de pessoas que se deslocam para dentro e fora do centro da cidade, e é muito procurada pelos locais para as compras diárias, efetuadas antes de regressar a casa.
       
      Oude Kerk e o Bairro da Luz Vermelha
       
      Em Amesterdão convivem lado a a lado, o sagrado e o profano. A Igreja Velha, a Oude Kerk, construída no século XIII, como um templo católico, é um símbolo do protestantismo holandês. Após as alterações de 1578, muitos dos seus quadros e estatuária foram destruídos por zelosos calvinistas que não queriam que a igreja albergasse a imagem humana. 
       
      O Red Light District, Wallen ou Walletjes como é conhecido em neerlandês, atrai diariamente milhares de turistas que vêm observar as montras que exibem as prostitutas.
      Os vitrais coloridos foram tapados, enquanto o teto com as suas pinturas foi coberto por tinta azul, razão pela qual sobreviveu até 1955, ano em que voltou a ver a luz do dia...
       
      À volta da igreja, acabou por surgir anos mais tarde o Wallen, ou Walletjes, como localmente é conhecido o Bairro da Luz Vermelha, mundialmente famoso como o Red Light District, que como o nome indica, é uma zona da cidade destinada à prostituição. 

      A zona é um pequeno emaranhado de ruas, repletas de sex shops e clubes de reputação duvidosa. Durante a noite, não convém passear por esta zona da cidade sozinho, mas durante o dia, milhares de turistas emprestam uma atmosfera festiva ao bairro, que também conta com muitos bares e cafés interessantes que merecem uma visita. 
       
      Nieuwezijde: da Igreja Nova a Begijnhof
       
      Voltando para a Nieuwezijde, atravessando  a Damrak, em breve o visitante se encontra nas proximidades da Nieuwe Kerk [a Igreja Nova], edificada no fim do século XIV, quando a população da cidade crescera para um número que tornara a antiga igreja incapaz de atender todos os paroquianos. 
       
      Destruída por um incêndio, seria reconstruída para ser totalmente transformada pelos calvinistas, que a despiram de toda a estatuária e pintura. Albert Vinckenbrinck, é o responsável pelo maravilhoso e ornamentado púlpito, que ilustra bem a convicção protestante de que o sermão é fundamental na fé. 
       
      O Begijnhof  é um pátio interno rodeado por belíssimas casas que faziam parte de um complexo que albergava um curioso grupo de católicas que levavam uma vida monástica sem nunca terem prestado os votos.
      A dois minutos a pé, a uns meros 140 metros, encontra-se o Koninklijk Paleis, o Palácio Real que ocasionalmente ainda é usado pela família real para funções oficiais. Começado a construir em 1648, como a Stadhuis, a câmara municipal, a arquitetura corajosa e imponente do edifício, representava o estado de espírito reinante na cidade, depois do país ter conquistado a independência da Espanha, após uma longa guerra que durou mais de 80 anos.
       
      Prosseguindo para sul em direção a Singel, encontrará o Amsterdams Historich Museum, o museu onde poderá encontrar a rica História da cidade. Antes de chegar a Singel, atravessará Begijnhof,  reconhecidamente um dos locais mais belos de Amesterdão.
       
      Construído por volta de 1300, é um pátio interno rodeado por belíssimas casas no estilo típico da cidade. O Begijnhof - originariamente construído para albergar as Begijntjes, uma irmandade de mulheres católicas que se dedicavam à caridade e viviam uma vida monástica, sem nuca terem prestado os votos - ostenta uma história fascinante, com muitos eventos, perseguições, culto clandestino - até a tolerância religiosa ser reposta em 1795 - e inclusive alguns milagres.
       
      Cidade dos museus: Rijksmuseum, Van Gogh e Rembrandt
       
      Caminhando bem para sul pela Nieuwe Spiegelstraat, atravessando o Singlegracht, encontrará finalmente o Rijksmuseum, verdadeiro coração de Amesterdão onde poderá encontrar os mais belos tesouros da arte flamenga do século XV ao XVII, com o seu expoente nas obras-primas de Rembrandt e Vermeer. 
       
      Um pouco mais abaixo, no Museumplein, poderá encontrar o Stedelijk Museum, com obras de Picasso, Matisse, Chagall e Monet, assim como do pintor holandês Mondriaan. 
       
      Rijksmuseum, a «casa da arte flamenga», o mais visitado dos museus da cidade.
      Separado apenas por uma pequena rua, encontra-se o Van Gogh Museum, que no número 7 da Paulus Potterstraat alberga 200 quadros, 500 desenhos e mais de 800 cartas escritas pelo genial artista holandês ao seu irmão Theo.  Entre as obras-primas que podem ser encontradas no Museu Van Gogh, encontram-se «Os Comedores de Batatas» (1885) e «O quarto de Arles» (1888).
       
      Precisamente a 2,3 Km - um passeio de meia hora - encontra-se a Casa Museu Rembrandt [Museum Het Rembrandthuis], localizada na Jodenbreestraat, à entrada do bairro judaico, onde iniciamos o nosso passeio pela cidade dos canais. 
       
      Nesta casa, onde o pintor viveu e pintou entre 1639 e 1656, pode encontrar uma excelente seleção de quadros de desenhos e esquissos do artista natural de Leiden, assim como visitar as diversas divisões da casa, que foram recuperadas e estão decoradas tal e qual as casas da cidade estavam decoradas no século XVII.

      A cidade do futebol
       
      Depois de saciados os apetites mais variados pela cultura e arte que o turista pode encontrar em Amesterdão, o visitante apaixonado por futebol pode explorar a cidade que deu ao mundo alguns dos melhores executantes na arte de jogar à bola. 
       
      Amesterdão não é só a cidade onde Rembrandt pintou ou Van Gogh nasceu, a «Cidade dos Canais» é também o berço de craques como Cruijff, Gullit, Rijkaard ou Krol. O AFC Ajax é um dos seus símbolos e uma paixão de todo o bom amesterdanês, que tem orgulho no seu clube e na sua seleção e no futebol total [totaalvoetbal] que nasceu por estas paragens.
       
      Oranje Voetbal Museum, que como o nome indica, é um Museu dedicado à história futebolística da «Laranja Mecânica».
      O velhinho Estádio De Meer foi o laboratório onde Rinus Michels burilou a sua máquina de futebol que atingiria o expoente máximo com a Laranja Mecânica que disputou o mundial de 1974. A antiga casa do AFC Ajax já não existe desde que o clube se mudou de armas e bagagens para Arena de Amesterdão, mas o visitante apaixonado pela história do futebol, ainda pode visitar a zona onde antes existiu o estádio e caminhar por ruas com nomes tão sugestivos como Anfieldroad, Praterlaan, Delle Alpihof, Bernabeuhof ou Wembleylaan...
       
      Uma vez terminado o passeio pela zona, poderá então seguir para oeste em direção ao Amstel, atravessando o rio e seguindo a Churchill-laan e depois a Apollolaan, onde fica o famoso Hotel Hilton que John Lennon e Yoko Ono escolheram para o seu famoso Bed-In em 1969. 
       
      Depois deste pequeno desvio pela cultura pop, continue pela Olympiakade até entrar em Amesterdão Sul, a zona da cidade onde fica o Estádio Olímpico, centro das Olimpíadas de 1928 e palco da famosa final da Taça dos Campeões Europeus em que Eusébio conduziu o Benfica a uma vitória por 5x3 sobre o Real Madrid
       
      Satisfeito esse regresso ao passado só falta atravessar a cidade para sudeste onde se encontra a Arena de Amesterdão, o palco privilegiado do futebol holandês e casa da final da Liga Europa de 2013. Terminada a visita ao «Mundo do Ajax» pode sempre regressar ao centro, mais propriamente à Rembrandtplein, onde poderá encontrar a «Ajax Experience», o Museu dedicado ao colosso do futebol holandês e europeu. A apenas 500 metros, junto à Rokin, na Kalverstraat, vai encontrar o Oranje Voetbal Museum, o museu dedicado à história da seleção laranja.
       
      Em quatro andares de solo sagrado, poderá encontrar a detalhada história da «Laranja Mecânica» e dos seus heróis como Cruijff, van Basten e Ruud Gullit. Na Holanda, diz-se que para os holandeses o futebol não é uma questão de vida ou de morte, é muito mais do que isso e este museu é a prova provada de tal adágio. 
      Comentários (2)
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      motivo:
      WI
      Os
      2013-05-14 14h20m por wickedgame
      benfiquistas a correr para as coffe shops :p
      BL
      Bom destino
      2013-05-14 12h18m por Bluetech
      Estive em Dublin para ver a final da Liga Europa de 2011, e gostei muito do dia passado na zone de Temple Bar a entornar guiness. Mas acho que os benfiquistas tiveram mais sorte com o destina da final deste ano. Já estive 2 vezes em Amesterdão, e nem hesitava em lá voltar se o meu clube disputasse esta final. Para quem vai, espero que disfrutem de tudo o que esta cidade tem para oferecer :)
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      Johan Cruyff Arena
      Lotação53748
      Medidas105 x 68 m
      Inauguração1996