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      Tottenham e Manchester City defrontam-se para a liga

      Este sábado há Mourinho vs Guardiola: Conheça a história por trás desta rivalidade

      2020/11/19 18:00
      Redação

      Depois da paragem para os compromissos internacionais, eis que este fim-de-semana está de regresso o futebol de clubes e com isso está também de regresso uma das melhores, senão mesmo a melhor, liga do mundo, a Premier League.

      Como o principal escalão do futebol inglês já habituou os adeptos, é quase certa a existência de jogos entre grandes equipas todas as jornadas e nesta, a 9ª da Premier League, haverá um sempre escaldante Tottenham x Manchester City, dois dos maiores clubes do futebol britânico e do mundo.

      Além de ser um confronto entre candidatos aos lugares cimeiros da tabela classificativa, senão mesmo ao título, e de contar com vários jogadores portugueses - Gedson Fernandes do lado dos londrinos e Rúben Dias, João Cancelo e Bernardo Silva do lado dos cityzens - este jogo marcará o sempre escaldante reencontro entre dois dos melhores treinadores do mundo, e talvez de sempre: José Mourinho e Pep Guardiola.

      Conhecidos pelos seus grandes feitos - juntos têm um total de 55 títulos, 30 para Guardiola e 25 para Mourinho, incluindo quatro Ligas dos Campeões - o português e o espanhol criaram ao longo dos anos uma espécie de rivalidade entre os dois nos últimos anos fora das quatro linhas. Feitas as contas, ao longo da sua carreira, os dois treinadores já se defrontaram um total de 23 vezes, sendo que Guardiola vai com alguma vantagem, tendo vencido 10 desses duelos, enquanto Mourinho venceu seis e empataram as restantes sete vezes. Mas, afinal, como nasceu esta grande rivalidade?

      Amigos, amigos, negócios à parte

      © Getty /

      Parece quase saído de uma série de televisão, de um livro ou de um filme, mas a verdade é que a relação entre Mourinho e Guardiola nem sempre foi assim. A primeira vez que a dupla da Península Ibérica conviveu em termos profissionais foi na época de 1996/97.

      Nesse ano, o mítico treinador inglês Bobby Robson assumiu o comando técnico do Barcelona e com ele veio José Mourinho, que assumiu o cargo de treinador-adjunto - primeiro até foi tradutor, mas mais tarde assumiu outras funções. Nessa altura, o plantel dos catalães contava com várias estrelas do futebol mundial, incluindo Luís Figo, Hristo Stoichkov, Ronaldo, Fernando Couto e, nada mais nada menos, que um jovem de 26 anos chamado Pep Guardiola.

      Hoje em dia, existem várias imagens dos dois em momentos de maior proximidade, a falarem antes ou durante os treinos, mas a principal prova de intimidade entre os dois seria mesmo nas celebrações após a conquista da Taça das Taças em 1997, num abraço longo e entusiástico captado pelas câmaras na altura.

      Mais tarde, em 2011, numa entrevista, o espanhol abordou essa mesma relação dos tempos do Barcelona, afirmando que «não foi bem amizade, mas uma relação profissional», não dando assim tanta importância a essa relação. Também Mourinho reviveu esses tempos anos depois, referindo que guarda uma foto desse famoso abraço e contrariando o seu agora colega de profissão, dizendo que eram «próximos». «O José sempre reconheceu que o Pep era importante no clube. Ele pensou 'Tenho que me dar com ele, tenho que conhecê-lo'. E foi isso que ele fez, eles eram bastante amigáveis um com o outro», contou Bobby Robson.

      Apesar da estadia do treinador inglês na Catalunha apenas ter durado essa temporada, Mourinho continuou por lá no decorrer de quatro temporadas, sempre enquanto treinador adjunto, até que no ano 2000 iniciou a sua carreira de treinador principal, em Portugal, e se começou a destacar, especialmente no comando do FC Porto - onde venceu uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA, dois campeonatos, uma Taça de Portugal e uma Supertaça.

      O seu sucesso levou-o para o Chelsea, onde continuou a brilhar e, em 2008, foi entrevistado, em Lisboa, para substituir Frank Rijkaard no comando do Barcelona, pelo que tudo apontava o regresso aos balugranas. A confiança de Mourinho no regresso a Espanha era tal, que até pretendia que Guardiola, na altura treinador da equipa B, subisse a seu adjunto. Aliás, o próprio espanhol recomendou o seu antigo treinador para o lugar.

      Por isso mesmo foi tal a surpresa quando foi anunciado pelos dirigentes catalães que o escolhido para o lugar era Pep Guardiola. Mais tarde, veio-se a saber que um dos principais responsáveis por tudo foi Johan Cruyff. A antiga lenda do futebol holandês e mundial deixou clara a sua opinião de que Guardiola era a melhor opção e convenceu os dirigentes do clube. Embora Mourinho possa negar, a rejeição foi um golpe duro, que teve impacto permanente na relação do português com o clube e com Guardiola. Era a prova de que realmente é amigos, amigos, mas negócios à parte.

      Confrontos começaram na Champions e tiveram perfume espanhol

      © Getty / JAVIER SORIANO

      A estadia de Guardiola em Barcelona enquanto treinador foi, como hoje se sabe, lendária. Além de ter implementado o famoso tiki-taka, conquistou tudo o que havia para conquistar e levou mesmo a que muitos apelidassem aquela equipa como uma das melhores de sempre.

      Enquanto o Barcelona de Pep procurava o domínio no futebol, o seu mais recente rival foi para Itália, comandar o Inter de Milão. Depois de na primeira temporada ter conquistado a Serie A, na seguinte chegou a hegemonia dos nerazzurri, com a conquista do campeonato, Taça de Itália e da Liga dos Campeões. Embora aquela final frente ao Bayern Munchen, em que venceram por 0x2, seja por si só já marcante, o que mais ficou na retina até foi mesmo a fase anterior da competição.

      Nessas meias-finais, o Inter de Mourinho ultrapassou esse lendário Barcelona de Guardiola com uma vitória no agregado das duas mãos por 3x2 e o português, irreverente como sempre, não escondeu a felicidade por essa vitória. «Eles iam ter mais bola que nós, muito mais, obviamente», admitiu Mourinho anos mais tarde, numa análise tática ao jogo, «eles moviam a bola sem nos ferir, e nós só tínhamos que ser mentalmente fortes para assumir isso. Eles que tenham a bola, mas que não criem ocasiões».

      Depois de conquistar o mundo do futebol com o Inter e de ter vencido o primeiro round frente ao seu rival, José Mourinho aceitou o convite do Real Madrid, que, na altura, tinha dificuldades em superar o seu eterno rival, fosse no campeonato espanhol, fosse a nível internacional.

      Já em Espanha, Mourinho esteve três temporadas, onde dividiu os holofotes com Guardiola nas duas primeiras - na terceira o treinador espanhol decidiu tirar um ano sabático e esteve sem clube. A primeira época nos merengues foi complicada e o técnico português apenas conseguiu vencer a Copa del Rey, mas a segunda trouxe muito suor, sangue e lágrimas, especialmente nos duelos entre as duas equipas e Mourinho conseguiu levar a melhor no campeonato e na Supercopa de Espanha - pode relembrar melhor esse intenso confronto em Espanha aqui.

      Mourinho, sempre fiel a si mesmo, nunca deu a parte fraca perante o seu rival e por várias vezes, sempre sem referir nomes específicos, foi deixando várias farpas relativas ao estatuto e arrogância catalã de achar que mais nenhuma maneira de jogar futebol era igualmente legítima em comparação com o aclamado tiki-taka. O português acusava mesmo o Barcelona de simular faltas e pressionar árbitros para que lhes favorecessem. 

      «Eu nunca tentei esconder as minhas falhas. Há gente mais inteligente que eu, que tenta vender uma imagem diferente da minha, mas que na verdade é igual a mim», afirmou a certo ponto. «Se for verdade que somos parecidos, então está na hora de eu reavaliar o meu comportamento», replicou Guardiola. Estava aqui intensificada esta rivalidade.

      Do Bayern ao reencontro em Inglaterra

      © Getty / Laurence Griffiths

      Depois desse segundo round em Espanha e de um ano sem Pep Guardiola no futebol, o espanhol rumou ao Bayern Munchen. Ditou o destino que a temporada 2013/14 ditasse logo um reencontro entre os dois. O Chelsea havia vencido a Liga Europa na temporada anterior e o Bayern a Liga dos Campeões, o que fazia com que as equipas se encontrassem na Supertaça Europeia de 2013. O jogo foi do mais equilibrado possível e cheio de intensidade e foi mesmo necessário ir até às grandes penalidades para decidir quem venceria este round de Mourinho vs Guardiola. No final, acabou mesmo por ser o treinador dos alemães a vencer por 5x4 nos penaltis. 

      Seguiram-se dois anos sem qualquer confronto entre os dois treinadores. Enquanto  logrou ser campeão inglês novamente, em 2014/15, o outro comandou o Bayern Munchen, onde voltou a dominar o futebol a nível interno - na Liga dos Campeões os bávaros nunca conseguiram passar das meias-finais sob o comando de Guardiola.

      Na época 2016/17, o Manchester City trouxe Pep Guardiola para o comando da equipa por forma a atacar a hegemonia do futebol inglês definitivamente e de uma forma quase poética os rivais dos cityzens, o Manchester United, trouxeram o rival do espanhol para o seu comando. Falamos obviamente de Mourinho. Estava montado o palco para aquele que seria o quarto round deste fervoroso confronto.

      Nessa temporada, os dois técnicos fizeram umas «tréguas improvisadas» à boleia da grande competitividade do futebol inglês, com o português a assumir que seria imprudente valorizar excessivamente essa rivalidade, uma vez que as restantes equipas de topo do futebol inglês poderiam aproveitar isso mesmo para se distanciarem.

      No entanto, a rivalidade entre os dois e a rivalidade dos dois clubes de Manchester combinaram para um clima mais tenso naquela cidade de Inglaterra e levou mesmo a que fossem chamados 400 polícias quando, logo à 4ª jornada da Premier League, as duas se defrontaram - o City venceria em Old Trafford por 1x2.

      Por mais intensa que a rivalidade fosse, a verdade é que o City de Guardiola acabou em 3º lugar no campeonato, nove pontos acima do 6º classificado, o United de Mourinho. No entanto, Mourinho venceu a Liga Europa, a Supertaça e a Taça de Inglaterra, parecendo que estava a sair por cima face ao seu rival.

      Perante isso, o City investiu (e bem) na sua equipa e acabou a sagrar-se campeão inglês na época seguinte - ao qual juntou a Taça de Inglaterra - voltando a vencer a Premier League quatro anos depois. Se ser campeão não era suficiente para adoçar Guardiola e os adeptos e dirigentes do City, em segundo lugar ficou o Manchester United de Mourinho, com uns impressionantes 19 pontos a menos. Estava refeita a igualdade entre os técnicos em Inglaterra.

      Mourinho a celebrar o golo de Son frente ao City
      Com uma nova temporada em Inglaterra, a vida não correu bem a Mourinho, que acabou por ser despedido a meio face aos resultados negativos, pelo que foi necessário esperar quase um ano para voltar a ver o português de regresso ao futebol. Coincidência ou não, este acabaria no comando do Tottenham, que despediu Pochettino na altura, onde se encontra desde meio da temporada 2019/20.

      Curiosamente, tem sido o Liverpool de Jurgen Klopp quem se tem vindo a destacar desde aí. Contudo, os confrontos entre Guardiola e Mourinho têm vindo a continuar e na temporada foi mesmo o português quem levou a melhor, ao vencer o City por 2x0, em jogo a contar para a 25ª jornada da Premier League.

      O registo total dá vantagem ao técnico espanhol nos confrontos com o português ao longo das suas carreiras, mas a verdade é que nestas temporadas que ambos passaram em Inglaterra juntos, esses números têm vindo a ser mais equilibrados - embora os títulos possam dizer outra coisa.

      Feitas as contas, em Inglaterra, os dois treinadores defrontaram-se um total de sete vezes, seis para o campeonato e uma para a Taça, com ambos a vencerem três vezes cada um e a empatarem outra. Quer isto dizer que o confronto deste sábado entre os dois será um desempate do confronto Mourinho vs Guardiola, pelo menos em Inglaterra. Conseguirá o português superiorizar-se ao seu rival ou aumentará o espanhol a sua vantagem global face ao Special One?

      Veja as incidências da partida no acompanhamento feito pelo zerozero.pt.
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      CreedEinsteinBr atton
      2020-11-20 19h39m por RMCA1994
      Tens toda a razão pensei que tinha ido uma época antes.
      RMCA1994
      2020-11-20 17h44m por CreedEinsteinBratton
      "palhinha quando tinha um william é um battaglia, não me parece que ajam muitos planteis no mundo que tenham 3 opções para médios defensivos"

      William já tinha saído. O Palhinha é emprestado para ficar no plantel o. . . Petrovic. Esse craque xD
      Depois Batta teve a lesão gravíssima e o Sporting CP mesmo assim preferiu apostar em Doumbia por exemplo.
      CreedEinsteinBr atton
      2020-11-20 17h35m por RMCA1994
      Amigo não quero que entendas que te estava a atacar, só estava a dar a minha opinião e até agradeço a tua. . .
      Respondendo mais uma vez ao que disseste, weigl é dispensado quando o concorrente direto é um emre can, palhinha quando tinha um william é um battaglia, não me parece que ajam muitos planteis no mundo que tenham 3 opções para médios defensivos, isto claro a menos que esse equipa jogue num sistema com duplo pivô.
      Mas sim são opiniões e agradeço a disponibilidade para a resposta!
      ZZ
      2020-11-20 09h15m por FCP_18
      Um reparo, é mesmo citizens, nao cityzens
      RMCA1994
      2020-11-19 21h19m por CreedEinsteinBratton
      E essa lógica de que se fosse bom não saía do Dortmund não dá para o Palhinha também? Se fosse bom não tinha sido emprestado por 2 anos para o SC Braga por essa lógica. Também posso achar que só consegue render, o Palhinha, em clubes sem pressão de lutar por títulos. Repito, isto seguindo a sua lógica.
      SchemichelRamms tein
      2020-11-19 21h16m por CreedEinsteinBratton
      Alguém que refere que o Weigl é um 8 de transporte das duas uma: ou não conhece minimamente o jogador, ou percebe zero de futebol. Dado o seu historial, não consigo lhe dizer qual deles o mais provável. . .
      RMCA1994
      2020-11-19 21h14m por ReturnoftheEagle
      São todos bastante diferentes. Não dá para dizer que um é nitidamente superior. Nas últimas semanas, quem esteve em melhor forma foi (claramente) Palhinha, mas ser e estar também são coisas diferentes. Se olharmos aos patamares que todos já atingiram e ao potencial que ainda têm, diria que Weigl é superior aos outros dois, mas neste momento (e se olharmos só para isso), Palhinha está melhor.
      RMCA1994
      2020-11-19 21h13m por CreedEinsteinBratton
      Primeiro, os craques do Dortmund não saem por 20M. Bons jogadores já saem entre os 20 e 30. Diallo, Alcácer, Yarmolenko, etc. . . Obviamente que se fosse um dos craques no Dortmund não viria para Portugal. E ele vem não por não ter espaço no plantel do Dortmund mas por querer ser titularíssimo. Na altura, apareceu Can como oportunidade de negócio para o Dortmund também que ainda lhe iria tirar mais espaço. Mas Palhinha fazia os jogos que Weigl fez lá também? Ia fazer melhor? Lá está, ...ler comentário completo »
      SchemichelRamms tein
      2020-11-19 20h57m por CreedEinsteinBratton
      "Weigle mais um 8 transportador"

      Nunca, mas mesmo nunca, Weigl foi um 8 transportador.
      CreedEinsteinBr atton
      2020-11-19 20h53m por RMCA1994
      Antes de mais obrigado a todos.
      Quanto a ti Creed sem te querer ofender, a tua explicação não me parece ter lógica. . .
      Olha deixa-me explicar-te o porque, Weigl fez isso tudo à anos, até pq como toda a gente sabe acabou quase que empurrado do Dortmund para fora, pq jogadores bons do dortmund não saem por 20M.
      Ou seja por chegar a Portugal e mostrar 0 é que é considerado um flop, é o nome flop é para jogadores assim que existem mesmo.
      Mas respeito a tua opinião no então na minha modesta opinião não tem lógica.
      RMCA1994
      2020-11-19 20h39m por BestInTheWRLD
      sinceramente, sao tds mt diferentes apesar de andarem em espaços parecidos no campo xD

      o Palhinha é um trinco, puramente para destruir. Weigl é um pivo, jogador sobretudo de 433 ate na minha opiniao (o que nao impede que jogue num 4231 ou 442). O Gabriel é o mais hibrido dos 3 e o que tem maior alcance no passe.

      o meu favorito é de longe o Gabriel, simplesmente adoro-o. Mas estou a ser parcial xD
      RMCA1994
      2020-11-19 20h33m por CreedEinsteinBratton
      Depende. Gabriel nem é 6 e Palhinha e Weigl têm estilos opostos.

      O Palhinha está muito bem mas o Weigl é um internacional alemão com 170j num clube top3 da Alemanha até aos 24 anos. Já esteve num patamar que o Palhinha só sonha por enquanto (e têm os 2 mais ou menos a mesma idade).

      Em melhor forma: Palhinha.
      O melhor: Weigl.

      Obviamente que é só a minha opinião.

      RMCA1994
      2020-11-19 20h33m por iSMURF4
      Pergunta dificil ngl
      RMCA1994
      2020-11-19 20h32m por lvr1vsc
      E não metes aí o Daniel Bragança, que é melhor que esses todos.
      Not nice :(
      ADEPTOS LEIAM
      2020-11-19 20h28m por RMCA1994
      Pessoal a título de curiosidade e por causa de uma discussão que estou a ter com uns amigos aqui, façam-me um favor e respondam a isto:

      Sem olha a potencial, ao que já foi ou deixou de ser, quem é melhor neste momento:

      Palhinha
      We igl
      Gabriel
      Barcelona vs Real
      2020-11-19 19h34m por shoeprano
      Está quase a fazer 10 anos daquela famosa manita ehehe digam o que disserem, aqueles jogos era o pico do futebol na altura, provavelmente da década. Mesmo que muitas vezes não fossem os mais bem jogados eram quase palpáveis as rivalidades, parecia tirado de um filme de Hollywood. Mou vs Pep, Messi vs Ronaldo nos seus picos, Real vs Barcelona, todo um enredo à americana.
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