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      Jovem central em entrevista ao zerozero

      Do Porto a Istambul à boleia de Jorge Fernandes: «Gostaria de voltar a Portugal»

      2020/07/30 12:04
      Rodrigo Coimbra

      Jorge Fernandes não descansou enquanto não convenceu o pai a inscrevê-lo no futebol. A prenda do 9.º aniversário foi a entrada na Escola de Futebol Fernando Pires e um ano bastou para despertar o interesse de vários clubes.

      O defesa seguiu o coração e escolheu o FC Porto. Passou por todos os escalões de formação dos azuis e brancos, com momentos altos e baixos pelo meio, e chegou ao patamar mais alto: estreia na equipa principal pela mão de Sérgio Conceição - encontro com o Lusitano de Évora (0x6), a contar para a Taça de Portugal. 

      Jorge Fernandes
      2019/2020
      22 Jogos  1578 Minutos
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      A aposta não teve continuidade e acabou a temporada 2017/18 na Beira Alta, ao serviço do Tondela, onde teve a oportunidade de concretizar um dos maiores sonhos - estreia na Liga -, ao lado da referência Ricardo Costa.

      Muito agradecido aos beirões, Jorge Fernandes voltou a sair da zona de conforto ao aceitar o primeiro desafio além-fronteiras, seguindo para os turcos do Kasimpasa, emprestado pelo FC Porto, tendo a oportunidade de partilhar o balneário com Ricardo Quaresma.

      Sem a «obsessão» de um regresso ao Dragão e a Seleção sempre na mente, o jovem defesa não descarta o regresso a Portugal já neste mercado de verão.

      «Faço aquilo que amo e tenho oportunidade de estar com pessoas incríveis. E gosto de falar sobre isso». Vamos a isso!

      Jorge Fernandes passou por todos os escalões de formação do FC Porto ©Catarina Morais / Kapta +
       

      «Tive colegas que acabaram por cair e seguir outro caminho»

      zerozero (ZZ): Começas na Escola de Futebol Fernando Pires, em Braga, mas aparece logo o FC Porto. Que memórias guardas dos teus primeiros passos no futebol?

      Jorge Fernandes (JF): É algo que guardo bem presente na minha memória. Quando era miúdo andava sempre a chatear o meu pai para me inscrever numa escola de futebol e ele como prenda do meu 9.º aniversário inscreveu-me na Escola Fernando Pires. Tive lá um ano fantástico. Depois surgiram várias oportunidades… E quando surgiu o FC Porto, sendo o clube do meu coração, fiquei radiante. Era miúdo e não pensei em mais nada. Fui fazer as captações a Lousada e acabei por ficar até agora.

      ZZ: E como foi para um miúdo de 10 anos lidar com essa mudança?

      JF: Era miúdo e estava feliz, a fazer o que gostava no clube que amava, e era tudo perfeito para mim. Tentei sempre aproveitar ao máximo aquilo que o clube me deu e cresci muito durante esse período. Tinha de fazer viagens todos os dias para o Porto e abdicar de muita coisa… Passei muito tempo com pessoas do clube e grande parte da educação que recebi foi no clube, juntamente com a que recebi dos meus pais, claro. Sinto-me um privilegiado por isso.

      ZZ: Passas por todos os escalões de formação e tiveste certamente a oportunidade de lidar com muita gente. Como foi esse crescimento no FC Porto? 

      JF: Foi uma evolução normal, num percurso em que existiu uma seleção natural. Houve jogadores que acabaram por ficar para trás e outros continuaram. Mas acabas por fazer muitas amizades e enriquecer a todos os níveis com os treinadores com quem te foste cruzando ao longo do tempo. Evoluí muito do ponto de vista futebolístico porque sabia da exigência do clube e agradeço muito ao FC Porto por aquilo que sou hoje, tanto como jogador como também como homem.

      ZZ: Ainda bem que falas dessa seleção natural… Como foi perder alguns amigos pelo caminho?

      JF: Crias amizade com os teus colegas e de repente vês eles a saírem e sentes muito isso, porque ainda não tens maturidade suficiente para entender… Mas faz parte do crescimento. Nós sabíamos que no final de cada época podia haver dispensas. Hoje em dia já consigo lidar bastante melhor quando isso acontece. Tive colegas comigo, anos e anos, que acabaram por cair e seguir o caminho por outro lado. Faz tudo parte do processo.

      ZZ: Quais os valores que ganhaste no FC Porto?

      JF: A exigência que tenho de ter comigo mesmo; a ambição e o rigor que tenho de ter naquilo que faço e o trabalho. Estes valores são fundamentais, tanto no futebol como na vida.

      ZZ: Chega uma altura desse caminho em que aparece o primeiro contrato profissional. Como foi esse momento?

      JF: Na formação, nem sempre fui jogador titular. Passei por alguns momentos menos bons. Na altura dos meus 15-16 anos, o FC Porto já oferecia contratos de formação a alguns colegas e eu nunca cheguei a ter. Salvo erro, depois, só assino o contrato profissional no meu segundo ano de júnior. Fui um dos últimos a ter contrato da minha geração. Fez-me um pouco de confusão no início, mas não foi algo que abalasse a minha forma de ser ou de estar. Era uma coisa que preferia que fosse natural.

      ZZ: E quando é que percebes que vai ser possível ser profissional? Quando é que se dá o clique?

      JF: Sempre me dediquei ao futebol com o intuito de ser jogador profissional e fazer vida neste mundo. Mas quando fui bicampeão de juniores senti que as coisas estavam mais próximas. Depois integro a equipa B com o mister Luís Castro, mas não fiz mais de cinco jogos na primeira metade da época. Isso fez-me crescer imenso. Foi uma fase importante para estar pronto para a adversidade. Não estava a jogar e tive de olhar para mim e perceber o que estava mal e o que tinha de fazer para melhorar a minha condição…

      ZZ: Nessa altura o mais fácil seria apontar a culpa ao treinador…

      JF: Exatamente. É o caminho mais fácil. Aí aprendi, é o processo... Agradeço ao Luís Castro porque me fez evoluir. Hoje olho para trás e percebo que isso [escassa utilização] foi fundamental para perceber o que tinha de fazer. E a verdade é que acabei a segunda parte da época a jogar e no ano seguinte joguei até dezembro, até que saí para o Tondela.

      ZZ: Em algum momento pensaste em desistir ou tiveste algum momento de dúvida?

      JF: Nunca me passou pela cabeça desistir ou parar de lutar, porque o futebol é realmente aquilo que amo e aquilo com que sempre sonhei. Há algo que tenho bem presente na minha vida profissional: vou fazer sempre aquilo que controlo para chegar o mais longe possível, pois quero chegar ao fim da minha carreira e pensar que dei sempre tudo. Procuro ir pelo caminho em que acredito. Não quer dizer que seja o correto, mas é aquele em que eu acredito. Mas não, não houve nenhum momento em que pensasse nisso. Passei por várias etapas da minha formação que me fizeram estar mais preparado para enfrentar as adversidades.

      ZZ: Durante essa caminhada, de altos e baixos, acontece a estreia na equipa principal do FC Porto. O que te veio à cabeça naquele dia?

      JF: Um sentimento único. Foi o culminar do trabalho que fiz durante anos. Não dá para traduzir por palavras aquilo que senti. Fui a última substituição do jogo, aos 70 minutos, e veres o teu treinador, o Sérgio [Conceição], a chamar um defesa central, significou muito porque foi um sinal claro de que estavam atentos ao meu trabalho. E tive a oportunidade de jogar para adeptos incríveis. Foi algo único que vai estar sempre na minha memória.

      Jorge Fernandes representou os beirões durante uma época e meia ©Rogério Ferreira / Kapta+
       

      «Tenho de agradecer bastante ao Tondela»

      ZZ: Acabas por ir para Tondela na segunda metade da época [2017/18]. Como foi romper a ligação ao FC Porto?

      JF: Surgiu essa oportunidade e fez parte do processo. Tenho de estar agradecido ao Tondela por me ter dado a oportunidade de me estrear na Primeira Liga. Tive de me adaptar: sair de casa, ir para Tondela, colegas novos e uma realidade bem diferente de uma equipa B. Existiu efetivamente essa diferença, mas adaptei-me bastante bem. Os meus colegas foram fantásticos e tive uma pessoa que foi um exemplo para mim, o Ricardo [Costa]. Ajudou-me muito e aprendi imenso com ele.

      ZZ: Um jogador que estavas habituado a ver nos grandes palcos quando estavas na formação do FC Porto…

      JF: Foi uma época e meia de aprendizagem. O Ricardo tem o currículo que tem e passou por onde passou, e eu ter oportunidade para estar no dia-a-dia com ele e ouvir o que me tinha oara me dizer, foi enriquecedor para mim. Sinto-me sortudo.

      ZZ: Estavas habituado a um clube com uma cultura de vitórias muito forte e passas para uma equipa que luta por objetivos bem mais modestos. Foi um choque competitivo?

      JF: Sim, uma realidade diferente nesse sentido. Sinto que evoluí a ir para Tondela. Fiz jogos contra excelentes adversários, que me fizeram melhorar e exigir mais de mim para crescer. A adaptação depende sempre da tua disposição para o trabalho e eu estava na disposição para ouvir tudo e aprender com toda a gente. Tivemos uma primeira época em que conquistámos coisas boas e uma segunda mais de luta e exigência mental. Mas faz tudo parte e não mudava nada do meu caminho até agora. Foram passos feitos de forma consciente e no bom caminho. Tenho de agradecer bastante ao Tondela pela oportunidade que me deu.

      ZZ: Durante esse período em Tondela, a possibilidade de regressar ao FC Porto esteve na tua mente? 

      JF: Sempre trabalhei com o intuito de me mostrar às pessoas, não apenas às pessoas do clube a quem o meu passe pertence, sempre tendo como sonho e objetivo poder voltar. É natural, sobretudo sendo eu um miúdo vindo da formação, que tem esse sonho de jogar no clube que o formou. Senti que as pessoas estiveram atentas e depois é a seleção natural. As coisas foram como foram. Não há nada a desculpar ou a aceitar. Foi o que foi. Não surgiu essa oportunidade de me integrar na equipa A, mas não é por isso que deixo de trabalhar.

      ZZ: Ainda pensas nessa oportunidade?

      JF: Está presente, mas não é uma obsessão. É normal que gostava que acontecesse, mas se não acontecer não vou ficar desiludido ou triste. Vou continuar a trabalhar e a mostrar aquilo que sou, enquanto jogador e pessoa.

      Jorge Fernandes esteve emprestado ao Kasimpasa ©Kasimpasa SK

      Jorge Fernandes: «Sou um sortudo!»

      ZZ: Depois de um ano e meio em Tondela surge a possibilidade de ir para a Turquia. Como recebeste essa proposta? Era algo que ambicionavas?

      JF: Ir para fora era algo que tinha na minha cabeça. Gostava de ter essa experiência enquanto jovem porque ia dar-me a possibilidade de sair novamente da minha zona de conforto e permitir-me estar preparado para outras realidades. Acabou por surgir a oportunidade na Turquia e acabei por ir. O campeonato não é tão conhecido, mas todas as equipas têm frente de ataques fortíssimas. Com todo o respeito pela liga portuguesa, lá são muito fortes em termos ofensivos. Para mim, como central, ia estar exposto a coisas que não ia estar aqui e me iriam fazer crescer do ponto de vista técnico e tático. 

      ZZ: Correspondeu às tuas expectativas?

      JF: Ter a oportunidade de representar um clube da cidade de Istambul, uma cidade incrível, só me fez bem. Fiz bastantes jogos para uma primeira experiência fora. Adaptei-me bem e fico contente por tudo o que conquistei. Agora se me dizes: podia ser melhor? Podia… Podia ter sido pior? Podia… Mas, no cômputo geral, muito contente por aquilo que consegui e muito contente também pelos colegas que apanhei. Tive a oportunidade de trabalhar com um jogador como o Quaresma. Sou um sortudo! 

      ZZ: "É boa pessoa, muito bom jogador, à Porto. Não olha a caras, armas-te em artista e vira-te. Passa o jogador e não passa a bola". Estas foram palavras do Quaresma no Porto Canal. É bom ouvir estas coisas…

      JF: Agradeci-lhe as palavras na altura e sei que não me deu graxa. Deu a opinião daquilo que conheceu de mim. Só me posso sentir orgulhoso e agradecido por ter uma pessoa como o Quaresma a dizer isso de mim.

      ZZ: Que diferenças existem entre o Jorge que saiu para a Turquia e o de hoje?

      JF: O Jorge que partiu para a Turquia partiu com o desejo de somar o máximo de jogos, dar-se a conhecer numa liga nova e aprender taticamente com pessoas de diversos países. E o Jorge que chegou hoje da Turquia é um Jorge mais forte, mais capaz e melhor. Sinto que evoluí, tanto profissionalmente como pessoalmente. O importante é no final de cada época sentires que estás mais capaz para o futuro.

      ZZ: E o que esperas do futuro? [Tem contrato até 2021 com o FC Porto]

      JF: O meu futuro está em aberto… Estou aberto a tudo. Não nego que gostaria de voltar a Portugal, mas vamos ver… Este mercado vai ser mais curto e mais rápido do que o normal, por isso acredito que mais tarde ou mais cedo se vai saber o que o futuro me reserva.

      Jorge Fernandes representou as seleções jovens ©Global Imagens / Jorge Amaral
       

      «O processo de renovação dos centrais na Seleção vai ser natural e espero estar presente»

      ZZ: Como viste à distância o título do FC Porto?

      JF: Foi uma recuperação que demonstra aquilo que é ser FC Porto. O lutar. A perseverança. O nunca desistir. Eu, sinceramente, enquanto adepto do futebol, dou bastante mérito ao FC Porto. Merece tudo aquilo que aconteceu.

      ZZ: Como olhas para a aposta em vários jovens da formação nesta reta final?

      JF: Aos poucos as pessoas começam a olhar mais para o jogador português, isso é inegável, porque tu vês jogadores portugueses nos melhores campeonatos do mundo. Todos reconhecem essa qualidade. E Portugal está a começar a olhar para os jovens, porque também precisa. Eu fico imensamente contente por ver colegas meus campeões. Se estão lá é porque merecem. Espero que mais cheguem e conquistem mais coisas no FC Porto. 

      ZZ: Já falámos do Ricardo Costa e do Ricardo Quaresma. Há alguém que te tenha marcado mais durante a carreira?

      JF: Esses dois foram exemplos mais recentes. Se for em relação a treinadores tenho de agradecer a todos. Todos me fizeram crescer, mesmo os que não me meteram a jogar. Mas se tivesse de mencionar nomes ia mencionar o que mais tempo viveu comigo: o mister António Folha. Passamos momentos muito bons, outros menos bons… Foi um dos meus primeiros treinadores no FC Porto e devo muito daquilo que sou hoje a ele, pelos princípios que me passou. É uma pessoa que tenho como exemplo, que me ajudou nos momentos bons. Portanto, tenho de considerar o Folha, o Luís Castro, o Conceição que me deu a oportunidade na equipa principal, o Pepa na Primeira Liga... Todos eles tiveram um papel importante no meu crescimento.

      ZZ: …

      JF: Em termos de jogadores, esses dois [Ricardo Costa e Ricardo Quaresma] são as maiores referências. Na formação tive a oportunidade de trabalhar com uma excelente pessoa e jogador que foi o Rúben Neves. Mas tenho de agradecer a muitos. No Tondela, por exemplo, o Tomané ajudou-me muito. Muito mesmo.

      ZZ: Tens passado nas seleções jovens. Calculo que chegar à Seleção A esteja no teu horizonte…

      JF: É um objetivo e um sonho que tenho comigo, não é uma obsessão, mas está comigo e trabalho para isso. O processo de renovação dos centrais na Seleção vai ser natural e espero estar presente, pois vou trabalhar para isso. Portugal tem imensa qualidade no que toca a defesas centrais.

      ZZ: Tens 23 anos e ainda muito para viver na tua carreira. O que gostarias de ter para contar daqui a um ano?

      JF: Gostava de te dizer que foi um ano positivo, de crescimento, um ano de conquistas, por exemplo de uma taça ou campeonato. Acho que o sonho não tem limites. 

      Portugal
      Jorge Fernandes
      NomeJorge Filipe Oliveira Fernandes
      Nascimento1997-04-02(23 anos)
      Nacionalidade
      Portugal
      Portugal
      PosiçãoDefesa (Defesa Central)

      Fotografias(52)

      Liga NOS: Vitória SC x FC Porto
      Liga NOS: Vitória SC x FC Porto
      Comentários (18)
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      motivo:
      JAOF
      2020-07-30 23h33m por moreno07
      Por acaso achas que a seleção da tunísia tem alguém de jeito?
      E já que gostam tanto de estatísticas aqui no ZZ, nos 22 jogos em que jorge fernandes jogou o kasimpasa sofreu 42 golos, no campeonato quando ele jogou em 18 jogos foram 36 golos sofridos pelo kasimpasa (2 golos sofridos por jogo). . Se os portistas querem este gajo no porto, eu não sei mais o que comentar, desisto de vez
      LP
      Jorge Fernandes
      2020-07-30 22h31m por lpfcp
      É da geração do ferro e do Ruben Dias e era sempre titular na seleção em detrimento de um dos outros 2. Isto é o que acontece quando uns têm oportunidades e outros nao.
      SO
      JAOF
      2020-07-30 22h21m por SomosPorto1989
      Powwwwwww. . . Isso é que foi cá uma chapada, até se deve ter ouvido na China.

      Mas realmente se não são a mesma pessoa é que parecem mesmo e até já tinha reparado anteriormente que os comentários são praticamente o mesmo conteúdo, estão sempre a malhar nos mesmos jogadores, na SAD, no SC e até estão constantemente a usar o termo "jogadores de atletismo".
      RI
      JAOF
      2020-07-30 22h07m por Ricardo_Gomes
      nao devias de ter dado uma queimadura tao grande a estes nabos, devem estar a comprar rennie neste momento.
      Jorge Fernandes
      2020-07-30 21h45m por JAOF
      Syam Ben Youssef - internacional (50 jogos) pela Tunísia
      Veysel Sari - internacional (2 jogos) pela Turquia
      Yassine Meriah - internacional (42 jogos) pela Tunísia
      Tomás Brecka

      Estes eram os concorrentes com Jorge Fernandes para a vaga de central.

      Syam Ben Youssef - 16 jogos (16 a titular), 1460 min
      Veysel Sari - 16 jogos (14 a titular), 1273 min
      Yassine Meriah - 15 jogos (15 a titular), 1350 min
      Tomás Brecka - 13 jogos ...ler comentário completo »
      newone21
      2020-07-30 21h05m por moreno07
      O gajo nem titular é no kasimpasa, é so ver os números no zz, em vez de dizerem que é tudo bom analisem melhor. . Também não me espanta já vi de tudo neste site
      Jorge Fernandes
      2020-07-30 20h15m por ReturnoftheEagle
      Não percebo a falta de confiança que muitas pessoas têm nele. Vi-o ao vivo na Luz e fiquei impressionado pela positiva. Não é um fora de série, claro, mas é competente e com Diogo Leite provavelmente de saída- sem esquecer que Pepe deve terminar carreira nos proxmos tempos e que Marcano pode nunca mais ser o mesmo- podia perfeitamente fazer parte do plantel do FC Porto. Como titular? Não. Como suplente ou, no mínimo, quarto central? Creio que sim.
      SO
      newone21
      2020-07-30 18h07m por SomosPorto1989
      Já esperavas que não percebesses à primeira por isso vou explicar melhor, lá porque um jogador não singra num lado não significa que não vá singrar em mais lado nenhum e na altura em que o Rúben Neves cá estava não me esqueço que muitos portistas diziam que não tinha intensidade e que só quando o viram a jogar muito e a ser o melhor jogador do Championship é que lhe começaram a dar mais valor e também poderia dizer o mesmo do Gonçalo Paciência que quando estava em boa forma no início desta époc...ler comentário completo »
      Jorge Fernandes
      2020-07-30 17h47m por moreno07
      Jorge fernandes?
      Não tem qualidade e nem titular foi no tondela, nem no kasimpasa, que já são 2 equipas mediocres. Para min é vender se chegar alguma boa proposta. Desejo-lhe tudo de bom mas não no fc porto. Só me faltava ter um jorge fernandes e os gajos do atletismo ainda. .
      Newone21
      2020-07-30 17h37m por JAOF
      é que nem mesmo eu e o SomosPorto1989 te mostrar-mos que estás errado e que o defesa mais usado até foi o próprio Jorge, tu continuas a afirmar que era suplente. . .

      . . . não, não tenho esse preconceito, se não conheço o jogador, se não acompanhei os seus jogos, não digo que é bom ou mau só porque sim. . . só opino sobre jogadores que tenho acompanhado. . .
      . . . não vejo Chidozie jogar a 3 anos, por isso não sei como está a jogar agora, a sua qualidade de jogo...ler comentário completo »
      SO
      newone21
      2020-07-30 17h30m por SomosPorto1989
      Dos 22 jogos que jogou foi titular em 19 e somou 1578 minutos.

      Nada mau para um jogador que nem sequer é titular no "Tondela turco". E o Rúben Neves não era titular no Porto mas para o Wolves já tinha qualidade certo.
      Newone21
      2020-07-30 16h55m por JAOF
      Já no outro post, andavas a "marrar" no Sérgio Oliveira e no Chidozie. . .
      . . . agora vens para aqui largar no Jorge Fernandes. . .

      . . . O que têm em comum!? Passaram todos pela formação do FCP. Já te disse, deixa-te de preconceitos.

      Já agora, o Jorge no "Tondela turco" foi apenas o defesa mais usado (número de jogos e jogos a titular). . . Nada mau para um suplente!!!!
      NA
      DV + JF
      2020-07-30 15h59m por NandoTobias
      Eu até gostei da dupla jorge fernandes e diogo verdasca infelizmente nunca se vieram a revelar na equipa a mas por onde passam vão deixando boas indicações
      LU
      4º central
      2020-07-30 15h23m por lucifer
      Pepe/Memba + marcano. depois ou o queiroz ou este serão mais que suficientes para 4ª opção. vingou sempre onde esteve emprestado e no Tondela chegou a impressionar dentro do possível. Dizem que o D. Leite tem mercado é aproveitar: de todos os miudos foi o unico a ter oportunidade mas não mostrou estar à altura, supreendentemente
      Famalicão!?
      2020-07-30 14h24m por JAOF
      É Roderick e Riccieli que são melhores e titularissimos!?
      jsilva77
      2020-07-30 14h06m por Ruben_Ferreira
      No Porto a defesa sera entre Pepe, Mbemba, Queiros e Leite/Marcano (enquanto recupera fica como 4 central e Leite e vendido)

      No Fama faz sentido depois da saida do Perez e pode até estar envolvido num negocio do Pote
      JS
      Famalicão era Top
      2020-07-30 14h04m por jsilva77
      Mas apesar de não ser muito mediático, parece-me uma ótima opção e bastante valida até para o FCPorto . . . Para titular ??? Para já não será, mas um bom suplente . . . Pelo menos é o que me parece e fez um ótimo trabalho, muito elogiado, no Tondela . . .
      Patriota99
      2020-07-30 14h00m por Ruben_Ferreira
      Aposto no Famalicao
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