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história

Nigéria x Brasil: a vitória de um continente

2012/07/26 18:26
Texto por João Pedro Silveira
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81/109
A 31 de julho de 1996, no Estádio de Sanford, em Athens, Georgia, Brasil e Nigéria disputaram uma das meias-finais mais emocionantes da história dos futebol olímpico.

Se de um lado estavam jogadores como Nwankwo Kanu, Emmanuel Amunike, Jay Jay Okocha, Sunday Oliseh, entre outros, do outro lado brilhavam Ronaldo, Bebeto, Rivaldo, Aldair, Roberto Carlos, Flávio Conceição... Um jogão em perspetiva, e os artistas não dececionaram as elevadas expetativas criadas pela imprensa.
 
O Brasil, que recuperará o título de Campeão do Mundo dois anos antes em terras norte-americanas, apostava tudon na conquista da medalha de ouro, a única grande conquista que escapava ao futebol brasileiro. Por sua vez a Nigéria, que brilhara no mundial de 1994, acreditava que podia fazer história e ser a primeira equipa do continente negro a jogar uma final olímpica. Os dados estavam lançados para um jogo épico!
 
Começo à bomba
 
O jogo não podia ter começado melhor para o Brasil. No primeiro ataque do encontro, os brasileiros viram o árbitro marcar-lhe um livre a sancionar uma falta sobre Bebeto. Flávio Conceição ganhou balanço, e uma bomba colocada rente ao chão tocou na barreira, o jogador do Deportivo da Coruña fazia o 1x0, estava jogado pouco mais que o primeiro minuto.
 
Apesar do golpe inicial, as «super águias» reagiram e após duas oportunidades, aos 20 minutos numa jogada de insistência pela esquerda por Babayaro, Roberto Carlos ao tentar intercetar o centro, fez um autogolo que empatava a partida.
 
Sobe a tempratura
 
O jogo entrou num ritmo frenético, com a Nigéria a perder num contra-ataque a hipótese de dar a volta, para na resposta, Ronaldo avançar pela direita, chutar para a defesa do guarda-redes nigeriano, mas na recarga, Bebeto empurrou para a baliza deserta... 2x1 aos 28 minutos.
 
Dez minutos depois,  Bebeto levanta a bola para a entrada da área, Juninho dá um magistral toque de peito que isola Flávio Conceição, que fecha a jogada com um chapéu sobre Dosu. 3x1 aos 37 minutos, e tudo indicava que o Brasil caminhava para a final.
 
No segundo tempo o Brasil começou por ver um golo de Juninho bem anulado, antes de Ronaldo falhar o 4x1 depois de fintar o guarda-redes. A temperatura foi subindo quando Flávio Conceição derrubou Amokachi, provocando um penálti, em que Okocha permitiria a defesa de Dida.
 
A caminho da final
 
Mas a Nigéria acreditou e Victor Ikpeba fazia o 3x2 aos 78 minutos, através de um belo remate da esquerda. A equipa brasileira dividia-se entre a ideia de atacar o 4x2 ou de defender o resultado. Enquanto os nigerianos arriscavam tudo, Mário Zagallo tirava Ronaldo e metia Sávio, quando faltavam cinco minutos para jogar.
 
À passagem dos noventa minutos, Jay Jay Okocha faz um lançamento lateral longo para a área, onde a bola acaba nos pés de Knwankwo Kanu, que com um pormenor de classe, desvia a bola de Dida e empurra para o fundo das redes de Dida. Provocando uma explosão de felicidade nas bancadas e obrigando a um prolongamento.
 
Moralizados, os nigerianos avançaram para cima da defesa brasileira, e o mesmo Kanu matava o jogo e apontava o golo de Ouro logo aos quatro minutos, confirmando a vitória nigeriana e marcando a presença na final, onde após outro jogo emocionante, as super águias bateram a Argentina por 3x2, tornando-se a primeira equipa africana a conquistar o Ouro nas Olimpíadas. África tinha finalmente o seu campeão e a Nigéria escrevia a mais bela página da sua história.
 
O jogo não podia ter começado para o Brasil que no primeiro ataque, viram o árbitro marcar um livre, após falta sobre Bebeto. Com uma bomba colocada rente ao chão, Flávio Conceição fazia um 1x0 logo no primeiro minuto.
As super águias reagiram e após duas oportunidades, aos 20 minutos numa jogada de insistência pela esquerda por Babayaro, Roberto Carlos ao tentar intercetar o centro, fez um autogolo que empatava a partida.
 
O jogo entrou num ritmo frenético, com a Nigéria a perder num contra-ataque a hipótese de dar a volta, para na resposta, Ronaldo avançar pela direita, chutar para a defesa do guarda-redes nigeriano, mas na recarga, Bebeto empurrou para a baliza deserta... 2x1 aos 28 minutos.
 
Dez minutos depois,  Bebeto levanta a bola para a entrada da área, Juninho dá um magistral toque de peito que isola Flávio Conceição, que fecha a jogada com um chapéu sobre Dosu. 3x1 aos 37 minutos, e tudo indicava que o Brasil caminhava para a final.
 
No segundo tempo o Brasil começou por ver um golo de Juninho bem anulado, antes de Ronaldo falhar o 4x1 depois de fintar o guarda-redes.
 
A temperatura foi subindo quando Flávio Conceição derrubou Amokachi, provocando um penálti, em que Okocha permitiria a defesa de Dida.
 
Mas a Nigéria acreditou e Victor Ikpeba fazia o 3x2 aos 78 minutos, através de um belo remate da esquerda.
A equipa brasileira dividia-se entre a ideia de atacar o 4x2 ou de defender o resultado. Enquanto os nigerianos arriscavam tudo, Mário Zagallo tirava Ronaldo e metia Sávio, quando faltavam cinco minutos para jogar.
 
À passagem dos noventa minutos, Jay Jay Okocha faz um lançamento lateral longo para a área, onde a bola acaba nos pés de Knwanko Kanu, que com um pormenor de classe, desvia a bola de Dida e empurra para o fundo das redes de Dida. Provocando uma explosão de felicidade nas bancadas e obrigando a um prolongamento.
 
Moralizados, os nigerianos avançaram para cima da defesa brasileira, e o mesmo Kanu matava o jogo e apontava o golo de Ouro logo aos quatro minutos, confirmando a vitória nigeriana e marcando a presença na final, onde após outro jogo emocionante, as super águias bateram a Argentina por 3x2, tornando-se a primeira equipa africana a conquistarem o Ouro nas Olimpíadas.
O jogo não podia ter começado para o Brasil que no primeiro ataque, viram o árbitro marcar um livre, após falta sobre Bebeto. Com uma bomba colocada rente ao chão, Flávio Conceição fazia um 1x0 logo no primeiro minuto.
As super águias reagiram e após duas oportunidades, aos 20 minutos numa jogada de insistência pela esquerda por Babayaro, Roberto Carlos ao tentar intercetar o centro, fez um autogolo que empatava a partida.
 
O jogo entrou num ritmo frenético, com a Nigéria a perder num contra-ataque a hipótese de dar a volta, para na resposta, Ronaldo avançar pela direita, chutar para a defesa do guarda-redes nigeriano, mas na recarga, Bebeto empurrou para a baliza deserta... 2x1 aos 28 minutos.
 
Dez minutos depois,  Bebeto levanta a bola para a entrada da área, Juninho dá um magistral toque de peito que isola Flávio Conceição, que fecha a jogada com um chapéu sobre Dosu. 3x1 aos 37 minutos, e tudo indicava que o Brasil caminhava para a final.
 
No segundo tempo o Brasil começou por ver um golo de Juninho bem anulado, antes de Ronaldo falhar o 4x1 depois de fintar o guarda-redes.
 
A temperatura foi subindo quando Flávio Conceição derrubou Amokachi, provocando um penálti, em que Okocha permitiria a defesa de Dida.
O jogo não podia ter começado para o Brasil que no primeiro ataque, viram o árbitro marcar um livre, após falta sobre Bebeto. Com uma bomba colocada rente ao chão, Flávio Conceição fazia um 1x0 logo no primeiro minuto.
As super águias reagiram e após duas oportunidades, aos 20 minutos numa jogada de insistência pela esquerda por Babayaro, Roberto Carlos ao tentar intercetar o centro, fez um autogolo que empatava a partida.
 
O jogo entrou num ritmo frenético, com a Nigéria a perder num contra-ataque a hipótese de dar a volta, para na resposta, Ronaldo avançar pela direita, chutar para a defesa do guarda-redes nigeriano, mas na recarga, Bebeto empurrou para a baliza deserta... 2x1 aos 28 minutos.
 
Dez minutos depois,  Bebeto levanta a bola para a entrada da área, Juninho dá um magistral toque de peito que isola Flávio Conceição, que fecha a jogada com um chapéu sobre Dosu. 3x1 aos 37 minutos, e tudo indicava que o Brasil caminhava para a final.
 
No segundo tempo o Brasil começou por ver um golo de Juninho bem anulado, antes de Ronaldo falhar o 4x1 depois de fintar o guarda-redes.
 
A temperatura foi subindo quando Flávio Conceição derrubou Amokachi, provocando um penálti, em que Okocha permitiria a defesa de Dida.
O jogo não podia ter começado para o Brasil que no primeiro ataque, viram o árbitro marcar um livre, após falta sobre Bebeto. Com uma bomba colocada rente ao chão, Flávio Conceição fazia um 1x0 logo no primeiro minuto.
As super águias reagiram e após duas oportunidades, aos 20 minutos numa jogada de insistência pela esquerda por Babayaro, Roberto Carlos ao tentar intercetar o centro, fez um autogolo que empatava a partida.
 
O jogo entrou num ritmo frenético, com a Nigéria a perder num contra-ataque a hipótese de dar a volta, para na resposta, Ronaldo avançar pela direita, chutar para a defesa do guarda-redes nigeriano, mas na recarga, Bebeto empurrou para a baliza deserta... 2x1 aos 28 minutos.
 
Dez minutos depois,  Bebeto levanta a bola para a entrada da área, Juninho dá um magistral toque de peito que isola Flávio Conceição, que fecha a jogada com um chapéu sobre Dosu. 3x1 aos 37 minutos, e tudo indicava que o Brasil caminhava para a final.
 
No segundo tempo o Brasil começou por ver um golo de Juninho bem anulado, antes de Ronaldo falhar o 4x1 depois de fintar o guarda-redes.
 
A temperatura foi subindo quando Flávio Conceição derrubou Amokachi, provocando um penálti, em que Okocha permitiria a defesa de Dida.


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Motivo:
jogos históricos
U Quarta, 31 Julho 1996 - 18:00
Sanford Stadium
García Aranda
4-3
Victor Ikpeba 78'
Nwankwo Kanu 90' 94'
Flávio Conceição 1' 38'
Roberto Carlos 20' (p.b.)
Bebeto 28'
Estádio
Sanford Stadium
Sanford Stadium
Estados Unidos
Athens - GA
Lotação92746
Medidas-
Inauguração1929