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Grandes jogos

FC Porto x Académica: Villas-Boas contra o dragão

2015/12/18 17:47
Texto por João Pedro Silveira
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Terminava a sétima jornada e a Académica era última classificada do Campeonato, com apenas três pontos e sem nenhuma vitória. Uma derrota caseira com o Marítimo custou o lugar a Rogério Gonçalves, para o seu lugar a Briosa foi buscar o jovem e promissor André Villas-Boas, ex-membro da equipa técnica de José Mourinho.

O primeiro encontro dos estudantes teria lugar nem menos no Estádio do Dragão, equipa de que Villas-Boas era um adepto confesso. Na Invicta, o tetracampeão, seguia no terceiro lugar, a cinco pontos de um surpreedente SC Braga, líder isolado da prova.

Jesualdo Ferreira parecia não conseguir motivar a equipa e o jogo com Académica era visto como uma boa oportunidade dos azuis-e-brancos relançarem a candidatura ao penta, com uma vitória clara sobre o último classificado.

Ao lado da «cadeira de sonho»

Quando Villas-Boas entrou no Dragão, certamente olhou o banco do FC Porto, a sua "cadeira de sonho", seguro do que o que se passasse nesse dia teria um papel fundamental na sua carreira, e na concretização do sonho de orientar o FC Porto.

Costuma dizer-se que a primeira imagem é a que conta e que fica para sempre, e ciente disso, Villas-Boas armou uma equipa que surpreendeu pela forma desassombrada como olhou o dragão nos olhos.

Na primeira parte, a dupla de centrais Orlando e Markus Berger secou a dupla avançada do FC Porto, Falcao e Hulk.

Seria só com a substituição do "Cebolla" Rodríguez por Ernesto Farias aos 57 minutos, transformou o jogo do FC Porto. O primeiro golo surgiu aos 65 minutos por intermédio de Mariano González. Três depois Farias fez o 2x0 e o jogo parecia decidido. Mas Villas-Boas reagiu e lançou Miguel Pedro que fez o 2x1 a 15 minutos do final.

O avançado argentino do Porto bisou aos 81 minutos, mas a Académica ainda reduziu aos 92. Até ao fim o espectro da surpresa pairou sobre o Dragão, com os adeptos receando o empate, ao mesmo tempo que apreciavam a postura desassombrada do adversário.

Sem surpresa, a abordagem táctica de Villas-Boas caiu no goto do tribunal do Dragão, e despertou o radar da estrutura portista. A Académica de Villas-Boas recuperou na tabela até chegar ao 11.º lugar, terminando dez lugares acima da «linha-de-água».

No Porto, Jesualdo Ferreira não resistiu a uma má época e a um terceiro lugar, abandonando o clube no final. Para o seu lugar chegou nada mais nada menos de Villas-Boas, que se sentou na tão sonhada "cadeira de sonho" e o resto é uma história que os portistas não esquecem...

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Motivo:
jogos históricos
U Domingo, 25 Outubro 2009 - 00:00
Estádio do Dragão
Hugo Miguel
3-2
Mariano González 65'
Ernesto Farías 68' 82'
Miguel Pedro 76'
Pape Sougou 90'
Estádio
Estádio do Dragão
Lotação50035
Medidas105x68
Inauguração2003