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história
Jogadores

Horst Hrubesch: a cabeça da besta

2012/03/22 01:25
Texto por João Pedro Silveira
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Talvez mais do que nenhum outro, Horst Hrubesch seja o protótipo do jogador germânico, tal qual o imaginamos: forte, alto, possante, sem lampejos, frio, eficaz.... vencedor.

Mas a história do campeão germânico começou muito antes da final de Roma, no Pelkum um pequeno clube amador. Durante anos foi crescendo em pequenos clubes amadores até chegar ao então primodivisionário Rot-Weiss Essen, onde deixou boa imagem. Aos 27 anos deu o salto para o Hamburgo, onde cimentou a sua fama de matador ao ponto de ser alcunhado da «cabeça da besta» [Das Kopfball-Ungeheuer].
 
Uma carreira a «chegar atrasado»
 
Um improvável herói que só chegou à Bundesliga aos 23 anos e à Mannschaft aos 28. Um ano depois de se estrear no Hamburgo, com quem chegou à final da Taça dos Campeões no ano de estreia, foi convocado para o Euro 80, depois da lesão de Klaus Fischer.
 
No europeu italiano voltou a demorar a impor-se, apesar de ganhar logo a titularidade e jogar como aríete dos germânicos, com uma dupla letal composta por Karl-Heinz Rummenigge e Klaus Allofs, secundados pela mestria de Bernd Schuster e Hansi Müller.
 
A RFA venceu a Checoslováquia na estreia por 1x0 e bateu a Holanda por 3x2 no segundo jogo sem o gigante de Hamburgo fazer o gosto ao pé...
Contra a Grécia continuou a seco e muitos duvidavam que Derwall insistisse nele na final contra a Bélgica.
 
Uma tarde em Roma
 
Mas a verdade é que Hrubesch era um dos onze alemães ocidentais que entraram a 22 Junho no relvado do Olímpico de Roma para jogar a final contra a Bélgica.
 
Sem tempo para errar, provou que a aposta técnica estava certa e apontou o primeiro golo do jogo aos dez minutos. Os belgas empataram por intermédio de Vandereycken aos 75 minutos, mas Hrubesch tinha a última palavra e apontou o 2x1 que deu a vitória aos teutões a apenas dois minutos do fim.
 
Finalista do Campeonato do Mundo em 1982, vencedor da Taça dos Campeões em 1983 pelo seu Hamburgo, teve ainda uma experiência na Bélgica ao serviço do Standard, antes de voltar ao Dortmund onde abandonou a carreira.
 
Melhor marcador na Bundesliga de 1982, a «cabeça da besta» acabou por marcar apenas seis golos nas suas 21 internacionalizações, mas foram os dois na «Cidade Eterna» que lhe valeram a eternidade...
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