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história
Jogadores

Hans Krankl: o Matador

2016/01/07 17:19
Texto por João Pedro Silveira
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Contava já 25 anos quando o seu nome causou impacto no panorama europeu. O até aí desconhecido avançado do Rapid Viena, Hans Krankl, surpreendeu a Europa com 41 golos apontados na Liga Austríaca, tornando-se o primeiro austríaco a vencer a Bota d'Ouro. 

1978 era o ano, e Krankl continuou a surpreender, liderando juntamente com Robert Prohaska a Áustria durante o mundial da Argentina. Num grupo com Brasil, Espanha e Suécia, a Áustria, depois de bater os adversários europeus, pôde dar-se ao luxo de perder com o Brasil o último jogo e mesmo assim vencer o grupo. Krankl apontou os golos da vitória sobre a Suécia e a Espanha, e marcou dois golos na histórica vitória sobre a Alemanha Federal em Córdoba. 
 
Aventura espanhola
 
Melhor marcador da Europa, autor de quatro golos na fase final de um mundial, não surpreende que no seu regresso de terras argentinas mudasse para um campeonato com outra projeção, e foi o que aconteceu, assinando pelo poderoso FC Barcelona, que pagou 70 milhões de pesetas ao clube vienense.
 
Em Camp Nou tinha a complica missão de fazer esquecer Johann Cruijff e convencer a afición blaugrana. Em poucos meses, tornou-se um dos favoritos das bancadas. Em Dezembro desse mágico ano de 1978, recebeu a Bola de Prata do France Football, sendo coroado o segundo melhor jogador do continente, logo atrás do inglês Kevin Keegan.
Com 29 golos apontados venceu o prémio Pichichi, atribuído ao melhor marcador da liga espanhola, conquistando a bota de bronze como terceiro melhor marcador de todos os campeonatos europeus. Fecharia a época com chave de ouro, apontando o quarto e decisivo golo com que o Barcelona bateu o Fortuna Düsseldorf (4x3) na final da Taça dos Vencedores das Taças. 

No Barcelona não venceria nenhuma Liga, contentando-se apenas com a Taça do Rei de 1981, o último troféu que levantou em Espanha antes de regressar a casa. 

De volta ao Rapid

De volta ao Rapid tornou-se a principal referência da equipa, usando a braçadeira de capitão e apontando mais de 100 golos em cinco épocas, tendo voltado a jogar a final da Taça das Taças em 1985, com o Rapid a perder com os ingleses do Everton. 

Em 1986 trocou o Rapid pelo Wiener Sport-Club onde assumiu o papel de jogador-treinador. Na seleção voltou a representar a Áustria no mundial de Espanha (1982), onde marcou na vitória sobre a Argélia na primeira fase. 

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