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história
Jogadores

Gabriel Batistuta: Batigol

2015/06/17 12:57
Texto por José Bragança
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  Foi o jeito para a bola que fez o pequeno Gabriel correr sempre atrás do sonho e se enamorar pela redondinha. O jeito sempre teve, embora tenha recebido um "não" algumas vezes. Mas nunca desistiu, levantou sempre a cabeça e fez-se ao caminho por esse mundo fora, o mundo que testemunha para memória eterna os golos, as desmarcações e os festejos daquele que deixou de ser apenas o Gabriel de Reconquista - cidade onde nasceu - para ser o Batistuta do futebol. 

A carreira foi recheada de golos. Tantas tardes/noites de glória de um avançado que aprendeu a balançar as redes mas agora balança ele na sempre dramática decisão de ficar sem pernas.

É que mesmo depois de deixar os relvados, Batistuta ainda carrega as dores nos joelhos e tornozelos de uma carreira marcada por muitas infiltrações. Com muitas dificuldades para caminhar, Gabriel Batistuta tem, aos 46 anos, problemas físicos como se de um homem de 70 anos se tratasse.

Em entrevista à TV Record do Brasil, em 2012, o antigo avançado já revelava não estar arrependido pelo facto de ter jogado tantos anos com infiltrações, pois o que mais queria «era jogar». E sempre jogou. E tanto que ele jogou.

Aquele que um dia vestiu a camisola dos argentinos River Plate e Boca Juniors, entre outros clubes albicelestes, fez-se ídolo em Itália.

Batistuta com a camisola da Fiorentina ©Getty / Getty Images
Na Bota da Europa, o argentino alinhou em três emblemas: Fiorentina, Roma e Internazionale. Foi campeão na Cidade Eterna, com a Roma, em 2000/2001, e aí ganhou o apelido de Rei Leão, devido aos seus cabelos longos e pela garra dentro de campo.

Mas é em Florença que está a marca maior de Batigol. Com a camisola da Fiorentina foram tantos os golos que tem até uma estátua na cidade de Florença. No total, 206 remates certeiros pela turma viola em 328 jogos oficiais. Ali jogou ao lado de nomes renomados da bola mas ninguém esquece a lendária dupla de Florença formada com o português Rui Costa.

Em 2005, ao serviço do Al-Arabi SC do Catar (onde fez fortuna), decidiu colocar um ponto final na carreira. As dores já não eram suportáveis para a alta competição. Passou a viver uma rotina de jogador "reformado" mas este, ao contrário de outros tantos, não podia (e não pode) participar em peladinhas com os amigos, em jogos de solidariedade ou mesmo jogador no terreno lá de casa com o filho. As pernas já não deixavam... 

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