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história
Jogadores

Ruud Krol: a «Máquina»

2013/03/20 12:19
Texto por João Silveira
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Rudolf Jozef Krol, conhecido por Ruud desde pequena idade, é talvez um dos jogadores mais injustiçados do futebol. Quando se lembra e recorda, a revolução que foi o «futebol total» que chegou da Holanda, para espantar a Europa e o Mundo nos primeiros anos da década de setenta, todos recordam os nomes do incontornável Johan Cruijff e do mentor e treinador, Rinus Michels. 

Mas a verdade é que Michels apenas comandou o Ajax na primeira conquista da Taça dos Campeões, mas já se encontrava em Barcelona em 1972 e 1973.
 
Cruijff, por sua vez, não falhou nenhuma conquista da «taça das orelhas», mas já não acompanhou a seleção holandesa no mundial da Argentina em 1978.
 
Ruud Krol foi omnipresente na década dourada do futebol holandês. Campeão europeu de clubes em 1971, 1972 e 1973, foi Vice-campeão mundial pela seleção em 1974 e 1978, sendo decisivo em todas as caminhadas de sucesso das duas camisolas que vestiu por mais de dez anos: a cor de laranja da seleção holandesa e a branca com lista central vermelha do Ajax de Amesterdão.
 
Duas camisolas, dois amores
 
Duas camisolas, dois amores, de um jogador que deu tudo em campo pelas suas equipas, jogando em pelo menos sete posições do campo, ao longo de toda a fantástica carreira.
 
Era alto e robusto como um defesa central, com a rapidez necessária para um lateral, uma técnica aprimorada que lhe permitia ocupar qualquer posição no meio-campo. Chutava com força (recorde-se o golo à Argentina no mundial de 1974), mas também assistia os colegas com os seus centros precisos. 
 
Em 1974 brilhou como lateral, de tal maneira jogou nesse mundial alemão, que muitos ainda o consideram o melhor lateral esquerdo de sempre. Quatro anos depois, mais velho, sem Cruijff nem Michels, seria ele o líder da equipa, jogando a líbero, comandando a Oranje desde trás, do primeiro ao último jogo, em que saiu derrotado pela equipa da casa, na grande final em Buenos Aires.
 
Apesar de mais uma derrota às mãos de um anfitrião e da amarga segunda medalha de prata, voltou a ser eleito para o «onze» da competição, uma honra concedida a poucos em oitenta anos de Campeonato do Mundo. 
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