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história
Jogadores

Pauleta: o Ciclone dos Açores

2012/04/28 01:30
Texto por João Pedro Silveira
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Superar Eusébio

Natural de Ponta Delgada, no arquipélago dos Açores, onde nasceu a 28 de abril de 1973, Pedro Miguel Carreiro Resendes, ficou conhecido no mundo de futebol como Pauleta.

Apesar das suas 88 internacionalizações, Pauleta foi um caso único, ao tornar-se o primeiro internacional lusitano que nunca jogou no Campeonato Nacional Português da I Divisão. 
 
Com as cinco quinas ao peito, tornou-se recordista de golos marcados pela seleção, ao ultrapassar os 41 golos de Eusébio, no último jogo da fase de qualificação do Mundial de 2006, numa vitória clara de Portugal sobre a Letónia no Estádio das Antas no Porto.
 
Com muita mobilidade e faro de golo, cabeceador de eleição, o «Ciclone dos Açores» marcou uma era no futebol português e na seleção, mesmo sem nunca ter jogado ao mais alto nível em Portugal.
 
Dos Açores até França
 
Tudo começou nos Açores, onde o avançado debutou em clubes locais como o Santa Clara e o União Micaelense. Em 1995 foi contratado pelo Estoril-Praia da II Divisão de Honra e dá o salto para o continente, onde após uma época em que marcou 19 golos, deu nas vistas e ficou muito perto de assinar pelo Belenenses, treinado então por João Alves, mas acabaria por só se juntar ao «Luvas Pretas» em Salamanca, clube para onde entretanto se tinha mudado o treinador.
 
Após duas épocas de sucesso na equipa salamantina, recebe uma proposta do FC Porto, mas acaba por se mudar para o Deportivo da Coruña onde em 1999-00 conquista o seu primeiro título de Campeão de Espanha. Com as faixas ainda frescas, mudou-se para França, passando a vestir a camisola dos Girondins de Bordeaux. 
Em Bordéus, tornou-se uma das vedetas da equipa e ídolo dos adeptos que rapidamente o celebraram como «L'Aigle des Açores» [A Águia dos Açores], encantados com os seus golos e a forma característica como os festejava, mimetizando o bater de asas do açor, o símbolo do arquipélago.

Glória em Paris

Após ser eleito por duas vezes como o jogador do ano na Liga Francesa, abandona a equipa bordalesa e muda-se para a Cidade Luz, defendendo as cores do Paris Saint Germain (PSG).
No PSG apontaria 109 golos em 168 partidas, ultrapassando o número de golos de Dominique Rocheteau, tornando-se o melhor marcador de sempre do clube parisiense.
Na seleção, o Ciclone dos Açores, foi contemporâneo daquela que ficou conhecida como a Geração Dourada do futebol português, apesar de nunca ter participado nas conquistas dos jovens portugueses em 1989 e 1991.
Estreou-se em fases finais de grandes competições em 2000 no Euro que se disputou nos Países Baixos e Bélgica, onde tapado por Nuno Gomes e João Vieira Pinto, só saiu do banco para jogar contra a Alemanha, num jogo em que Portugal já estava apurado.
Depois de ter tido papel fundamental na qualificação para o Mundial de 2002, acabou por marcar um hattrick no jogo com a Polónia (4x0), mas Portugal saiu da prova ainda na primeira fase.
Em 2004, efetuou um Campeonato muito abaixo das suas capacidades, perdendo oportunidades atrás de oportunidades, mas nunca perdendo a confiança do Treinador Luís Filipe Scolari, apesar de terminar a prova com zero golos marcados.
Despedir-se-ia das grandes competições no mundial de 2006, marcando um golo na estreia contra a Angola, o único na prova, que lhe valeu o feito de ter apontado golos em dois mundiais seguidos.
Após ser eleito por duas vezes como o jogador do ano na Liga Francesa, abandona a equipa bordalesa e muda-se para a Cidade Luz, defendendo as cores do Paris Saint Germain (PSG).
No PSG apontaria 109 golos em 168 partidas, ultrapassando o número de golos de Dominique Rocheteau, tornando-se o melhor marcador de sempre do clube parisiense.
Na seleção, o Ciclone dos Açores, foi contemporâneo daquela que ficou conhecida como a Geração Dourada do futebol português, apesar de nunca ter participado nas conquistas dos jovens portugueses em 1989 e 1991.
Estreou-se em fases finais de grandes competições em 2000 no Euro que se disputou nos Países Baixos e Bélgica, onde tapado por Nuno Gomes e João Vieira Pinto, só saiu do banco para jogar contra a Alemanha, num jogo em que Portugal já estava apurado.
Depois de ter tido papel fundamental na qualificação para o Mundial de 2002, acabou por marcar um hattrick no jogo com a Polónia (4x0), mas Portugal saiu da prova ainda na primeira fase.
Em 2004, efetuou um Campeonato muito abaixo das suas capacidades, perdendo oportunidades atrás de oportunidades, mas nunca perdendo a confiança do Treinador Luís Filipe Scolari, apesar de terminar a prova com zero golos marcados.
Despedir-se-ia das grandes competições no mundial de 2006, marcando um golo na estreia contra a Angola, o único na prova, que lhe valeu o feito de ter apontado golos em dois mundiais seguidos.
Após ser eleito por duas vezes como o jogador do ano na Liga Francesa, abandona a equipa bordalesa e muda-se para a Cidade Luz, defendendo as cores do Paris Saint Germain (PSG).
 
No PSG apontaria 109 golos em 168 partidas, ultrapassando o número de golos de Dominique Rocheteau, tornando-se o melhor marcador de sempre do clube parisiense, e graças aos seus golos, ganhou um lugar na memória do Parc des Princes e na história do clube.
 
Na seleção, o «Ciclone dos Açores», foi contemporâneo daquela que ficou conhecida como a «Geração Dourada» do futebol português, apesar de nunca ter participado nas conquistas dos jovens portugueses em 1989 e 1991.
 
Em branco nos europeus
 
Estreou-se em fases finais de grandes competições em 2000 no Euro que se disputou nos Países Baixos e Bélgica, onde tapado por Nuno Gomes e João Vieira Pinto, só saiu do banco para jogar contra a Alemanha, num jogo em que Portugal já estava apurado.
 
Depois de ter tido papel fundamental na qualificação para o Mundial de 2002, acabou por marcar um hattrick no jogo com a Polónia (4x0), mas Portugal saiu da prova ainda na primeira fase.
 
Em 2004, efetuou um Campeonato muito abaixo das suas capacidades, perdendo oportunidades atrás de oportunidades, mas nunca perdendo a confiança do Treinador Luís Filipe Scolari, apesar de terminar a prova com zero golos marcados.
 
Despedir-se-ia das grandes competições no mundial de 2006, marcando um golo na estreia contra a Angola, o único na prova, que lhe valeu o feito de ter apontado golos em dois mundiais seguidos.
 
 
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