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Biografia de João Lorenço

Lourenço: o homem do Poker na Luz

2011/11/17 16:43
Texto por João Pedro Silveira
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Um ano depois do Sporting conquistar o troféu mais importante do seu historial, (a Taça das Taças), o jovem João Lourenço iniciou a sua carreira sénior ao serviço do clube lisboeta.
 
Foi um avançado peculiar, chegando muitas vezes ao longo da sua carreira de leão ao peito a exasperar e outras vezes a desesperar mesmo, os adeptos sportinguistas, pela sua (suposta) lentidão, associada a uma quase que displicente falta de reacção.
 
Tudo isto contrastava com o seu colega de ataque, Figueiredo, o Altafini de Cernache, um poço de energia com quem Lourenço fazia dupla, contribuindo para o "embirrar" que uma certa "bancada" leonina tinha para com o avançado de Alcobaça.
 
Durante anos foi apontando golos com a camisola leonina, e após uma época de sonho com o Sporting a chegar ao título de campeão em 1965/66, despertou o interesse dos responsáveis da Federação que o convocaram para ser um dos "magriços" no mundial de Inglaterra nesse mesmo ano.
 
Tapado pelo quarteto goleador do Benfica: José Augusto, Simões, José Torres e Eusébio, Lourenço saiu de Inglaterra sem jogar um único minuto.
Lamentavelmente nunca chegou a jogar um minuto que seja com a camisola das quinas, não obstante a sua condição de "magriço".
 
Poderá parecer estranho, que um jogador um pouco malquisto por uma parte dos sócios sportinguistas e que nunca chegou a envergar a camisola das quinas, merecer um destaque tão grande na história do clube, sendo quase mítico
 
Alguns (e bem!), podem argumentar que Lourenço apontou 145 golos em 219 jogos oficiais, 93 desses golos no Campeonato Nacional. Outros podem acrescentar que até ao aparecimento de Liedson, nenhum jogador tinha marcado mais golos do que os 18 que ele tinha marcado em competições europeias ao serviço dos leões. 
 
Mas o que realmente lhe garantiu um lugar para sempre na memória leonina e o carinho dos adeptos mais saudosistas, foi uma tarde chuvosa de Outubro de 1965, onde me pleno Estádio da Luz, o Benfica de Eusébio e companhia foi derrotado, e de que maneira, por um Sporting onde luzia um inspirado Lourenço.
 
Marcou quatro golos, cada um mais inspirado que o outro e garantiu um histórico poker e vitória sportinguista por Um ano depois do Sporting conquistar o troféu mais importante do seu historial, (a Taça das Taças), o jovem João Lourenço iniciou a sua carreira sénior ao serviço do clube lisboetaFoi um avançado peculiar, chegando muitas vezes ao longo da sua carreira de leão ao peito a exasperar e outras vezes a desesperar mesmo, os adeptos sportinguistas, pela sua (suposta) lentidão, associada a uma quase que displicente falta de reacçãoTudo isto contrastava com o seu colega de ataque, Figueiredo, o Altafini de Cernache, um poço de energia com quem Lourenço fazia dupla, contribuindo para o "embirrar" que uma certa "bancada" leonina tinha para com o avançado de Alcobaça.Durante anos foi apontando golos com a camisola leonina, e após uma época de sonho com o Sporting a chegar ao título de campeão em 1965/66, despertou o interesse dos responsáveis da Federação que o convocaram para ser um dos "magriços" no mundial de Inglaterra nesse mesmo ano.
Tapado pelo quarteto goleador do Benfica: José Augusto, Simões, José Torres e Eusébio, Lourenço saiu de Inglaterra sem jogar um único minuto.
Lamentavelmente nunca chegou a jogar um minuto que seja com a camisola das quinas, não obstante a sua condição de "magriço".
 
Poderá parecer estranho, que um jogador um pouco malquisto por uma parte dos sócios sportinguistas e que nunca chegou a envergar a camisola das quinas, merecer um destaque tão grande na história do clube, sendo quase mítico
 
qLourenço apontou 145 golos em 219 jogos oficiais, 93 desses golos no Campeonato Nacional
Alguns (e bem!), podem argumentar que Lourenço apontou 145 golos em 219 jogos oficiais, 93 desses golos no Campeonato Nacional. Outros podem acrescentar que até ao aparecimento de Liedson, nenhum jogador tinha marcado mais golos do que os 18 que ele tinha marcado em competições europeias ao serviço dos leões. 
 
Mas o que realmente lhe garantiu um lugar para sempre na memória leonina e o carinho dos adeptos mais saudosistas, foi uma tarde chuvosa de Outubro de 1965, onde em pleno Estádio da Luz, o Benfica de Eusébio e companhia foi derrotado, e de que maneira, por um Sporting onde luzia um inspirado Lourenço.
 
Marcou quatro golos, cada um mais inspirado que o outro e garantiu um histórico poker e vitória sportinguista por 2x4. O Sporting conquistaria esse campeonato e essa vitória foi de tal forma histórica, que só em 1985/86 os leões voltariam a vencer novamente o rival no estádio deste em jogo a contar para o Campeonato Nacional.
 
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