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Sepp Maier: o «Gato de Anzing»

2013/02/27 16:50
Texto por João Pedro Silveira
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Olhar para a carreira de Sepp Maier é olhar para um rol de glórias e conquistas, amealhados ao logo de dezassete maravilhosas temporadas em que defendeu apenas duas camisolas, a do seu Bayern de Munique e a da Mannschaft, a poderosa seleção nacional alemã. Um rol de conquistas que nunca é demais elencar: cinco campeonatos nacionais da Alemanha, quatro Taças alemãs, três Taças dos Campeões Europeus - sucessivas! -, uma Taça Intercontinenal, and last but not least, um Campeonato do Mundo (1974) e um Campeonato da Europa (1972).

O Gato de Anzing

Nasceu em Metten, na Baviera, aproximadamente a 150 km a nordeste de Munique, mas cresceu entre Haar e Anzing - subúrbios da capital bávara - como o segundo filho do casal Josef e Maria Maier.

Seria em Haar, para onde os pais se tinham mudado em 1946, já depois de terminada a guerra, que Maier iniciaria os seus estudos, na escola primária local. Ainda em Haar começou a jogar nas escolas do TSV local, começando a dar nas vistas pelos seus movimentos felinos entre os postes.

 Saltou para o Bayern - clube do coração - onde começou a jogar nas camadas jovens em 1959. Três anos depois, com 18 anos, vestia pela primeira vez a camisola do Bayern, no primeiro de mais de seiscentos jogos da sua carreira de sénior.

No gigante bávaro, que até à sua chegada só tinha conquistado um Campeonato (1932) e uma Taça (1957) ganhou rapidamente a condição de insubstituível, ao ponto de entre 1967 e 1979 não ter falhado nenhum jogo como titular do Bayern na Bundesliga, ao todo 442 jogos que ajudaram a cimentar a lenda do Gato. 

Na seleção também deixou uma marca depois da sua estreia em 1966. No Mundial desse ano não saiu do banco, na caminhada alemã federal até à final, mas quatro anos depois foi fundamental na conquista da medalha de bronze. A coroa de glória chegaria em 1974, ajudando com muitas defesas na conquista do título mundial, ganho numa final contra a Holanda de Cruijff no «seu» Estádio Olímpico de Munique.

Fora do campo o seu humor ganhou foros de lenda... Na preparação para o mundial de 1978, na Argentina, numa conferência de imprensa no Maracanã, ao seu colega Fischer foi perguntado como seria possível «que um jogador tão mau» jogasse pela Alemanha?». Fischer furibundo quis descobrir quem era o jornalista. Todos olharam em volta, procurando o autor de tão ousada pergunta, enquanto ao fundo da sala, Maier ria bem alto, travestido de jornalista, feliz da vida por ter pregado mais uma partida ao amigo. 

Não tão cómico seria o acidente que lhe encurtou a carreira, que terminou aos 33 anos, fruto de várias fraturas, provocadas por um acidente de viação, culpa do seu excesso de álcool. Infeliz, ainda tentou voltar ao campo, mas as lesões não permitiram, terminando assim a soberba carreira do Katze von Anzing

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