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história
À volta do jogo

Um finalista escolhido por moeda ao ar

2012/02/14 16:03
Texto por João Pedro Silveira
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A 5 de Junho de 1968, em Nápoles, na meia-final do III Campeonato da Europa, disputada entre italianos e soviéticos, o "nulo" prevalecia após os 90 minutos de jogo e os 30 minutos de tempo extra.

O árbitro alemão Kurt Tschenscher conferenciou com os dois capitães de equipa: Giacinto Facchetti e Albert Shesternyov, e de acordo com os regulamentos da competição, ficou acordado não disputar um novo jogo de desempate e escolher o finalista através do lançamento de uma moeda ao ar.
 
A meia-final foi decidida por moeda ao ar lançada pelo árbitro alemão Kurt Tschenscher (na foto durante um jogo do México 70)
Perante 68,582 espetadores atónitos, os três abandonaram o centro do relvado e deslocaram-se para os balneários, onde efetuaram tão bizarra decisão desportiva, à porta fechada, longe de olhares intrusos...
 
O estádio estava suspenso na decisão e o silêncio era cortante, até que alguns minutos depois, o capitão italiano Giacinto Fachetti reentrou no relvado de braços abertos e punhos cerrados em sinal de celebração, para explosão de alegria dos tiffosi nas bancadas do majestoso relvado, a Itália estava na final!
 
Desolados com a situação, os dirigentes do futebol mundial resolveram terminar com os desempates por moeda ao ar. Em 1970 estreavam-se os desempates através do desempate por grandes penalidades. A 5 de Junho de 1968, em Nápoles, na meia-final do III Campeonato da Europa, disputada entre italianos e soviéticos, o nulo prevalecia após os 90 minutos de jogo e os 30 minutos de tempo extra.
 
O árbitro alemão Kurt Tschenscher conferenciou com os dois capitães de equipa: Giacinto Facchetti e Albert Schesternev, e de acordo com os regulamentos da competição, ficou acordado não disputar um novo jogo de desempate e escolher o finalista através do lançamento de moeda ao ar.
 
Perante 68,582 espetadores atónitos, os três abandonam o centro do relvado e deslocam-se para os balneários, onde efetuaram tão bizarra decisão desportiva, à porta fechada, longe de olhares intrusos...
 
O Estádio estava suspenso na decisão e o silêncio era cortante, até que alguns minutos depois o capitão italiano Giacinto Fachetti reentrou no relvado de braços abertos, para a explosão de alegria dos tiffosi nas bancadas do majestoso relvado, a Itália estava na final!
 
Desolados com a situação, os dirigentes do futebol mundial resolveram terminar com os desempates por moeda ao ar. Em 1970 estreavam-se os desempates através do desempate por grandes penalidades. 
A 5 de Junho de 1968, em Nápoles, na meia-final do III Campeonato da Europa, disputada entre italianos e soviéticos, o nulo prevalecia após os 90 minutos de jogo e os 30 minutos de tempo extra.
 
O árbitro alemão Kurt Tschenscher conferenciou com os dois capitães de equipa: Giacinto Facchetti e Albert Schesternev, e de acordo com os regulamentos da competição, ficou acordado não disputar um novo jogo de desempate e escolher o finalista através do lançamento de moeda ao ar.
 
Perante 68,582 espetadores atónitos, os três abandonam o centro do relvado e deslocam-se para os balneários, onde efetuaram tão bizarra decisão desportiva, à porta fechada, longe de olhares intrusos...
 
O Estádio estava suspenso na decisão e o silêncio era cortante, até que alguns minutos depois o capitão italiano Giacinto Fachetti reentrou no relvado de braços abertos, para a explosão de alegria dos tiffosi nas bancadas do majestoso relvado, a Itália estava na final!
 
Desolados com a situação, os dirigentes do futebol mundial resolveram terminar com os desempates por moeda ao ar. Em 1970 estreavam-se os desempates através do desempate por grandes penalidades. 
Comentários (3)
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Ja
. . .
2012-05-13 00h44m por Jay-Jay_Okocha
enfim, outros tempos. . .
br
Pois
2012-05-03 11h14m por bruninho_13
So que isto eram outros tempos
go
LOL
2012-04-23 17h30m por goncalo1993
Pelo menos que fizessem a decisão da moeda ao ar no campo perante o olhar de todos os expectadores para n haver quaisquer duvidas, assim fica muito difícil de saber a credibilidade da sorte da Itália.

Se fosse eu, teria escolhido outro jogo em vez de atirar uma moeda ao ar, onde a sorte poderia ter calhado para qualquer lado sem mérito de nenhumas das equipas.
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