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PortugalChaves
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InglaterraArsenal
Visão de jogo
Pedro Silva
2017/08/17 22:56
E0
Espaço de análise da actualidade desportiva, onde o comportamento, a emoção e a razão têm lugar privilegiado. Uma visão diferente sobre o jogo, para que o jogo seja diferente.

Arrancou a Liga Portuguesa e os amantes de Futebol já podem desfrutar novamente das emoções do campeonato. Um elogio, desde já, à calendarização das duas primeiras jornadas, distribuindo 18 jogos por 9 dias, correspondendo positivamente àquele que deve ser o princípio orientador da afirmação da nossa Liga: levar mais e melhor espetáculo ao maior público possível.

Com o mercado de transferências ainda aberto, joga-se dentro e fora de campo, num processo de mútua influência, acelerando ou refreando as compras e as vendas em função dos primeiros resultados. Para a realidade económica da nossa Liga, vender é palavra-chave no manual de sobrevivência. Por isso, até dia 31, a maioria das equipas não fecha a porta à possibilidade de um bom negócio de venda e, em função disso, procurar um bom negócio de compra, fechando o processo com elevada rentabilidade.

Equivale a isto referir que os orçamentos já em execução para esta época só ficam verdadeiramente concluídos quando o mercado fechar, acrescidos ainda dos apuramentos ou eliminações da Liga dos Campeões e Liga Europa (por exemplo para Sporting, Braga e Marítimo) ou para a Taça da Liga em equipas bastante mais modestas, onde tudo conta.

O mercado vai fechar e, apuradas as contas, definidos os plantéis, é hora de definir objetivos, sem confusões, porque orçamentos são orçamentos, objetivos são objetivos, e resultados são resultados. Se orçamentos fossem resultados não havia campeonato e bastava ter dinheiro para ter vitórias. É certo que ajuda… mas não é tudo… nem pode atirar pedras quem tem telhados de vidro!

Qual é, então, a importância de uma equipa definir objetivos? É uma questão de mira, como diz Tony Robbins, consultor e escritor americano: “Tu não consegues acertar num alvo se não souberes qual ele é.” No futebol como na vida, os objetivos assumem um papel decisivo na mobilização da motivação: num campeonato tem o tempero especial de os objetivos de uns colidirem diretamente com os dos outros.

Na Liga Portuguesa, já pouco sobra do tempo em que reinavam as frases baratas do “jogo-a-jogo”, do “fazer um bom campeonato” e do “honrar a camisola”. Sendo tudo isto certo - porque de facto um bom campeonato se faz jogo a jogo e isso honra a camisola do clube - se for só isto é errado. Nos últimos anos, alguns treinadores e equipas têm dado passos muito positivos na abordagem a este tema e na forma como o tratam. A este nível, destaco a clareza com que Jorge Simão abordou o tema nas suas equipas recentes, independentemente da dimensão, envolvendo os jogadores na definição dos objetivos para que todos estejam vinculados, comunicando-o publicamente para servir de alvo e referindo-o regularmente para focar nele as suas equipas.

Mesmo que nem sempre sejam atingidos (por variadíssimos motivos), os objetivos devem ser abordados desta forma. Hoje, já várias equipas o fazem, já vários treinadores o abordam, cada um na sua perspetiva e adaptando-se à sua realidade desportiva, criando um melhor enquadramento para os que trabalham para esses objetivos.

Há uma grande vantagem que todo este processo traz consigo: permite monitorizar regularmente o desempenho da equipa e para isso há que ter bem claros os critérios de avaliação. Há diversa e atualizada literatura sobre este tema, mas simplificando, acredito que é importante distinguir estes tipos de objetivos, quanto ao fundamento e quanto ao tempo:

· Quanto ao fundamento, distinguir os objetivos de processo e associá-los aos respetivos critérios, como são a média de golos marcados e sofridos que se quer atingir, a invencibilidade nos jogos em casa, por exemplo, enquanto o objetivo de resultado como a classificação na tabela pode ser associado a critérios como o número de pontos.

· Quanto ao tempo, importa conhecer as etapas do ciclo de vida das equipas para distribuir estes objetivos pela época, em objetivos de curto, médio e longo prazo, que é muito mais do que simplesmente partir o tempo em três e fazer contas – é perceber como uns são degraus para os outros.

· Quanto ao fundamento, distinguir os objetivos de processo e associa-los aos respetivos critérios, como são a média de golos marcados e sofridos que se quer atingir, a invencibilidade nos jogos em casa, por exemplo, enquanto o objetivo de resultado como a classificação na tabela pode ser associado a critérios como o número de pontos.
Por fim, há ainda os objetivos financeiros, diretamente ligados aos desportivos, que levam a que tudo isto seja um ciclo interminável e em retroalimentação: os clubes também definem objetivos de faturação através da transferência de jogadores… que podem ou não ser atingidos… tal como os objetivos desportivos… e em conjunto definirão o ponto de partida da época seguinte, com novo orçamento e novos objetivos.
Mesmo que nem sempre sejam atingidos (por variadíssimos motivos), os objetivos devem ser abordados desta forma. Hoje, já várias equipas o fazem, já vários treinadores o abordam, cada um na sua perspetiva e adaptando-se à sua realidade desportiva, criando um melhor enquadramento para os que trabalham para esses objetivos.
Qual é, então, a importância de uma equipa definir objetivos? É uma questão de mira, como diz Tony Robbins, consultor e escritor americano: “Tu não consegues acertar num alvo se não souberes qual ele é.” No futebol como na vida, os objetivos assumem um papel decisivo na mobilização da motivação: num campeonato tem o tempero especial de os objetivos de uns colidirem diretamente com os dos outros.
Qual é, então, a importância de uma equipa definir objetivos? É uma questão de mira, como diz Tony Robbins, consultor e escritor americano: “Tu não consegues acertar num alvo se não souberes qual ele é.” No futebol como na vida, os objetivos assumem um papel decisivo na mobilização da motivação: num campeonato tem o tempero especial de os objetivos de uns colidirem diretamente com os dos outros.
Qual é, então, a importância de uma equipa definir objetivos? É uma questão de mira, como diz Tony Robbins, consultor e escritor americano: “Tu não consegues acertar num alvo se não souberes qual ele é.” No futebol como na vida, os objetivos assumem um papel decisivo na mobilização da motivação: num campeonato tem o tempero especial de os objetivos de uns colidirem diretamente com os dos outros.
 
Qual é, então, a importância de uma equipa definir objetivos? É uma questão de mira, como diz Tony Robbins, consultor e escritor americano: “Tu não consegues acertar num alvo se não souberes qual ele é.” No futebol como na vida, os objetivos assumem um papel decisivo na mobilização da motivação: num campeonato tem o tempero especial de os objetivos de uns colidirem diretamente com os dos outros.
 
Na Liga Portuguesa, já pouco sobra do tempo em que reinavam as frases baratas do “jogo-a-jogo”, do “fazer um bom campeonato” e do “honrar a camisola”. Sendo tudo isto certo - porque de facto um bom campeonato se faz jogo a jogo e isso honra a camisola do clube - se for só isto é errado. Nos últimos anos, alguns treinadores e equipas têm dado passos muito positivos na abordagem a este tema e na forma como o tratam. A este nível, destaco a clareza com que Jorge Simão abordou o tema nas suas equipas recentes, independentemente da dimensão, envolvendo os jogadores na definição dos objetivos para que todos estejam vinculados, comunicando-o publicamente para servir de alvo e referindo-o regularmente para focar nele as suas equipas.
 
Mesmo que nem sempre sejam atingidos (por variadíssimos motivos), os objetivos devem ser abordados desta forma. Hoje, já várias equipas o fazem, já vários treinadores o abordam, cada um na sua perspetiva e adaptando-se à sua realidade desportiva, criando um melhor enquadramento para os que trabalham para esses objetivos.
 
Há uma grande vantagem que todo este processo traz consigo: permite monitorizar regularmente o desempenho da equipa e para isso há que ter bem claros os critérios de avaliação. Há diversa e atualizada literatura sobre este tema, mas simplificando, acredito que é importante distinguir estes tipos de objetivos, quanto ao fundamento e quanto ao tempo:
· Quanto ao fundamento, distinguir os objetivos de processo e associa-los aos respetivos critérios, como são a média de golos marcados e sofridos que se quer atingir, a invencibilidade nos jogos em casa, por exemplo, enquanto o objetivo de resultado como a classificação na tabela pode ser associado a critérios como o número de pontos.
 
· Quanto ao tempo, importa conhecer as etapas do ciclo de vida das equipas para distribuir estes objetivos pela época, em objetivos de curto, médio e longo prazo, que é muito mais do que simplesmente partir o tempo em três e fazer contas – é perceber como uns são degraus para os outros.
 
Por fim, há ainda os objetivos financeiros, diretamente ligados aos desportivos, que levam a que tudo isto seja um ciclo interminável e em retroalimentação: os clubes também definem objetivos de faturação através da transferência de jogadores… que podem ou não ser atingidos… tal como os objetivos desportivos… e em conjunto definirão o ponto de partida da época seguinte, com novo orçamento e novos objetivos.
 
Qual é, então, a importância de uma equipa definir objetivos? É uma questão de mira, como diz Tony Robbins, consultor e escritor americano: “Tu não consegues acertar num alvo se não souberes qual ele é.” No futebol como na vida, os objetivos assumem um papel decisivo na mobilização da motivação: num campeonato tem o tempero especial de os objetivos de uns colidirem diretamente com os dos outros.
 
Na Liga Portuguesa, já pouco sobra do tempo em que reinavam as frases baratas do “jogo-a-jogo”, do “fazer um bom campeonato” e do “honrar a camisola”. Sendo tudo isto certo - porque de facto um bom campeonato se faz jogo a jogo e isso honra a camisola do clube - se for só isto é errado. Nos últimos anos, alguns treinadores e equipas têm dado passos muito positivos na abordagem a este tema e na forma como o tratam. A este nível, destaco a clareza com que Jorge Simão abordou o tema nas suas equipas recentes, independentemente da dimensão, envolvendo os jogadores na definição dos objetivos para que todos estejam vinculados, comunicando-o publicamente para servir de alvo e referindo-o regularmente para focar nele as suas equipas.
 
Mesmo que nem sempre sejam atingidos (por variadíssimos motivos), os objetivos devem ser abordados desta forma. Hoje, já várias equipas o fazem, já vários treinadores o abordam, cada um na sua perspetiva e adaptando-se à sua realidade desportiva, criando um melhor enquadramento para os que trabalham para esses objetivos.
 
Há uma grande vantagem que todo este processo traz consigo: permite monitorizar regularmente o desempenho da equipa e para isso há que ter bem claros os critérios de avaliação. Há diversa e atualizada literatura sobre este tema, mas simplificando, acredito que é importante distinguir estes tipos de objetivos, quanto ao fundamento e quanto ao tempo:
· Quanto ao fundamento, distinguir os objetivos de processo e associa-los aos respetivos critérios, como são a média de golos marcados e sofridos que se quer atingir, a invencibilidade nos jogos em casa, por exemplo, enquanto o objetivo de resultado como a classificação na tabela pode ser associado a critérios como o número de pontos.
 
· Quanto ao tempo, importa conhecer as etapas do ciclo de vida das equipas para distribuir estes objetivos pela época, em objetivos de curto, médio e longo prazo, que é muito mais do que simplesmente partir o tempo em três e fazer contas – é perceber como uns são degraus para os outros.
 
Por fim, há ainda os objetivos financeiros, diretamente ligados aos desportivos, que levam a que tudo isto seja um ciclo interminável e em retroalimentação: os clubes também definem objetivos de faturação através da transferência de jogadores… que podem ou não ser atingidos… tal como os objetivos desportivos… e em conjunto definirão o ponto de partida da época seguinte, com novo orçamento e novos objetivos.


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