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O meu mundo aos quadrados
José Pedro Pais
2017/08/07 09:59
E2
"O meu mundo aos quadrados” é uma coluna de opinião que pretende fugir ao império comunicacional dos três grandes, sob a perspetiva de um adepto do futebol pela positiva, profissional e transparente, que por acaso é boavisteiro.
3 anos. 36 meses. 156 semanas. 1095 dias. 26,280 horas. 
 
Este é o tempo de permanência do Boavista na Primeira Liga após o martírio a que foi sujeito pela FPF nas divisões inferiores. 
 
Pode não parecer um feito digno de ser celebrado, especialmente por um clube com um palmarés tão rico como o do Boavista mas, se prestarmos atenção às condições em que atuou durante estas três temporadas, talvez o seja.
 
Em pouco mais de 60 dias o Boavista teve que organizar um plantel totalmente de raiz com um orçamento muito perto de zero uma vez que era o único clube que não tinha os seus direitos televisivos negociados.
 
Após um verão de autênticas «captações» no Bessa lá se conseguiu fechar o plantel possível.
 
Um plantel demasiado mau para competir na Primeira Liga.
 
Ainda assim, o Boavista apresentou-se no dia 17 de agosto de 2014 em Braga para o seu primeiro jogo - onde acabou por ser esmagado pelo Braga - e logo aí se viu onde estava a grande força a que o Boavista se poderia agarrar: os adeptos. 
 
Apenas os adeptos poderiam empurrar uma equipa com jogadores como Daniel Monllor, João Dias, Lucas Rocha (não confundir com o bom Lucas), Anderson Correia, Fábio Ervões, Brayan Beckeles, Tengarrinha, Julian Montenegro, Bobô e Zé Manuel - todos titulares no primeiro jogo da temporada - rumo à manutenção.
 
E assim foi. 
 
Passados três anos o Boavista apresenta-se, hoje, de cara lavada em Portimão para o arranque da temporada contra o recém-promovido Portimonense.
 
Um Boavista que soube recuperar o respeito de todos à base de sangue, suor e lágrimas, contra tudo e contra todos. 
 
Um Boavista que soube consolidar-se definitivamente na Primeira Liga e tornar-se um clube mais atrativo para os jogadores.
 
Um Boavista que tem sabido crescer de forma sustentada, pesem embora todos os obstáculos com que se depara diariamente.
 
Um Boavista que se apresenta este ano com um plantel inteiro com qualidade de Primeira Liga (pela primeira vez), comandado por um dos melhores treinadores portugueses da atualidade.
 
Desenganem-se aqueles que acham que esta é a altura de agradecimentos e congratulações. Esta é precisamente a altura de aumentarmos a exigência de forma a que todos os saibam do que é feita a Raça Axadrezada. 
 
Dêem tudo dentro de campo e os adeptos nunca vos faltarão. 
 
As nossas vitórias não foram alcançadas fruto de contentamentos menores mas sim de um descontentamento constante, ambicionando chegar sempre mais longe, por muito que os outros julgassem impossível. 
 
Vestir a camisola do Boavista não é um trabalho, é uma honra. 
 
Honrem-nos!
Em cima deles, Panteras ! Pode não parecer um feito digno de ser celebrado, especialmente por um clube com um palmarés tão rico como o do Boavista mas, se prestarmos atenção às condições em que actuou durante estas três temporadas, talvez o seja.
Em pouco mais de 60 dias o Boavista teve que organizar um plantel totalmente de raiz com um orçamento muito perto de zero uma vez que era o único clube que não tinha os seus direitos televisivos negociados.
Após um verão de autênticas "captações" no Bessa lá se conseguiu fechar o plantel possível.
Um plantel demasiado mau para competir na Primeira Liga.
Ainda assim, o Boavista apresentou-se no dia 17 de Agosto de 2014 em Braga para o seu primeiro jogo - onde acabou por ser esmagado pelo Braga - e logo aí se viu onde estava a grande força a que o Boavista se poderia agarrar: os adeptos. 
Apenas os adeptos poderiam empurrar uma equipa com jogadores como Daniel Monllor, João Dias, Lucas Rocha (não confundir com o bom Lucas), Anderson Correia, Fábio Ervões, Brayan Beckeles, Tengarrinha, Julian Montenegro, Bobô e Zé Manuel - todos titulares no primeiro jogo da temporada - rumo à manutenção.
E assim foi. 
Passados três anos o Boavista apresenta-se, hoje, de cara lavada em Portimão para o arranque da temporada contra o recém-promovido Portimonense.
Um Boavista que soube recuperar o respeito de todos à base de sangue, suor e lágrimas, contra tudo e contra todos. 
Um Boavista que soube consolidar-se definitivamente na Primeira Liga e tornar-se um clube mais atrativo para os jogadores.
Um Boavista que tem sabido crescer de forma sustentada pese embora todos os obstáculos com que se depara diariamente.
Um Boavista que se apresenta este ano com um plantel inteiro com qualidade de Primeira Liga (pela primeira vez), comandado por um dos melhores treinadores portugueses da atualidade.
Desenganem-se aqueles que acham que esta é a altura de agradecimentos e congratulações. Esta é precisamente a altura de aumentarmos a exigência de forma a que todos os saibam do que é feita a Raça Axadrezada. 
Dêem tudo dentro de campo e os adeptos nunca vos faltarão. 
As nossas vitórias não foram alcançadas fruto de contentamentos menores mas sim de um descontentamento constante, ambicionando chegar sempre mais longe, por muito que os outros julgassem impossível. 
Vestir a camisola do Boavista não é um trabalho, é uma honra. 
Honrem-nos!
Em cima deles, Panteras ! 3 anos. 36 meses. 156 semanas. 1095 dias. 26,280 horas. 
Este é o tempo de permanência do Boavista na Primeira Liga após o martírio a que foi sujeito pela FPF nas divisões inferiores. 
Pode não parecer um feito digno de ser celebrado, especialmente por um clube com um palmarés tão rico como o do Boavista mas, se prestarmos atenção às condições em que actuou durante estas três temporadas, talvez o seja.
Em pouco mais de 60 dias o Boavista teve que organizar um plantel totalmente de raiz com um orçamento muito perto de zero uma vez que era o único clube que não tinha os seus direitos televisivos negociados.
Após um verão de autênticas "captações" no Bessa lá se conseguiu fechar o plantel possível.
Um plantel demasiado mau para competir na Primeira Liga.
Ainda assim, o Boavista apresentou-se no dia 17 de Agosto de 2014 em Braga para o seu primeiro jogo - onde acabou por ser esmagado pelo Braga - e logo aí se viu onde estava a grande força a que o Boavista se poderia agarrar: os adeptos. 
Apenas os adeptos poderiam empurrar uma equipa com jogadores como Daniel Monllor, João Dias, Lucas Rocha (não confundir com o bom Lucas), Anderson Correia, Fábio Ervões, Brayan Beckeles, Tengarrinha, Julian Montenegro, Bobô e Zé Manuel - todos titulares no primeiro jogo da temporada - rumo à manutenção.
E assim foi. 
Passados três anos o Boavista apresenta-se, hoje, de cara lavada em Portimão para o arranque da temporada contra o recém-promovido Portimonense.
Um Boavista que soube recuperar o respeito de todos à base de sangue, suor e lágrimas, contra tudo e contra todos. 
Um Boavista que soube consolidar-se definitivamente na Primeira Liga e tornar-se um clube mais atrativo para os jogadores.
Um Boavista que tem sabido crescer de forma sustentada pese embora todos os obstáculos com que se depara diariamente.
Um Boavista que se apresenta este ano com um plantel inteiro com qualidade de Primeira Liga (pela primeira vez), comandado por um dos melhores treinadores portugueses da atualidade.
Desenganem-se aqueles que acham que esta é a altura de agradecimentos e congratulações. Esta é precisamente a altura de aumentarmos a exigência de forma a que todos os saibam do que é feita a Raça Axadrezada. 
Dêem tudo dentro de campo e os adeptos nunca vos faltarão. 
As nossas vitórias não foram alcançadas fruto de contentamentos menores mas sim de um descontentamento constante, ambicionando chegar sempre mais longe, por muito que os outros julgassem impossível. 
Vestir a camisola do Boavista não é um trabalho, é uma honra. 
Honrem-nos!
Em cima deles, Panteras ! 


Comentários (1)
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motivo:
MA
O ADN Boavisteiro
2017-08-07 20h55m por Manita
foi a base destes três anos em que soubemos lutar, sofrer e conquistar as alegrias merecidas, com o esforço de todos os verdadeiros Boavisteiros.
Contra muitos e sempre nos limites do nosso esforço.
Nunca é demais lembrar-mo-nos de quanto necessitamos de lutar e do quanto alguns já nos têm tentado destruir.
Hoje a derrota no primeiro jogo deste campeonato custou-me muitíssimo mais, muito mais, do que a derrota de há 3 anos. 36 meses. 156 semanas. 1095 dias. Hoje n...ler comentário completo »
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